Com o calendário eleitoral avançado, a maioria dos pré-candidatos ao Palácio do Buriti segue sem indicar companheiros de chapa e sem fechar alianças para as eleições de outubro
Da Redação
O cenário eleitoral no Distrito Federal para as eleições de 2026 permanece indefinido a menos de dois meses do início das convenções partidárias. Até o momento, a maioria dos pré-candidatos ao governo ainda não definiu o nome do vice-governador nem fechou acordos formais de aliança.
Entre os nomes que já se colocaram na disputa estão Celina Leão (PP), Kiko Caputo (Novo), Leandro Grass (PT), Izalci Lucas (PL), Ricardo Cappelli (PSB), Paula Belmonte (PSDB), José Roberto Arruda (PSD) e Samara Mineiro (Unidade Popular).
No caso de Celina Leão, interlocutores do governo afirmam que a definição da chapa de reeleição só deve ocorrer durante o período de convenções. O nome de Gustavo Rocha (Republicanos) é citado como possível vice, embora a indicação ainda seja incerta.
Leandro Grass (PT) informou que a Federação Brasil da Esperança ofereceu a vaga de vice ao PSB, que mantém, por enquanto, a estratégia de candidatura própria. O pré-candidato petista afirmou que há negociações em andamento com PDT, Rede e PSOL.
Ricardo Cappelli (PSB) afirmou que mantém diálogo com diferentes partidos para a formação de uma frente ampla e que a definição da chapa deve ocorrer até o dia 5 de agosto, data limite das convenções.
Kiko Caputo (Novo) e Paula Belmonte (PSDB) também informaram que ainda não há definição sobre a composição das respectivas chapas. Mesmo inelégivel, José Roberto Arruda (PSD), por sua vez, afirmou que as articulações políticas continuam sendo conduzidas pela direção nacional e estadual do partido.
As próximas semanas devem ser decisivas para a consolidação das alianças e para o anúncio dos nomes que vão compor as chapas majoritárias no Distrito Federal.





