Profissionais atuam na identificação de focos e conscientização da população
Da Redação
Brasília, 14 de janeiro de 2024 – No enfrentamento ao aumento de casos de dengue no Distrito Federal, os Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) emergem como peças-chave na equipe de Saúde da Família (eSF). Com cerca de 1.300 servidores na área, a Secretaria de Saúde (SES-DF) conta com uma média de dois agentes comunitários por equipe, desempenhando papel crucial na prevenção e orientação.
Responsáveis por visitas domiciliares, os ACSs são fundamentais na identificação de necessidades da população nas regiões administrativas, fornecendo informações sobre a eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue. Durante as visitas, orientam sobre sintomas de doenças e incentivam a busca por assistência médica quando necessário.
Segundo Sandra Araújo, coordenadora de Atenção Primária à Saúde, os agentes não apenas informam sobre a prevenção da dengue, mas também conscientizam sobre a importância de procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) como ponto principal de atendimento, desencorajando a dependência desnecessária de hospitais e UPAs.
Felipe Jordão, ACS com 14 anos de experiência, destaca a abordagem durante as visitas domiciliares. Além de mostrar os criadouros do mosquito, ele reforça a mensagem de que a prevenção é responsabilidade de todos. Os ACSs também organizam reuniões comunitárias para ampliar os canais de informação e conscientização.
A atuação dos agentes não se limita às residências, pois identificam possíveis focos do mosquito, relatando à equipe de Saúde da Família e, quando necessário, à Vigilância Ambiental. Alessandra da Silva, ACS há 19 anos, destaca a importância de acompanhar a realidade da comunidade e oferecer serviços de saúde e orientações no momento oportuno.





