SES-DF inicia vacinação da nova dose contra COVID-19 para públicos prioritários

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(Foto: Breno Esaki)

A partir de 8 de dezembro, a Secretaria de Saúde recomenda a dose adicional para indivíduos com 60 anos ou mais e imunocomprometidos acima de 12 anos

Da Redação

Brasília, 8 de dezembro de 2023 – A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) inicia, nesta sexta-feira (8), a aplicação da nova dose da vacina bivalente contra a COVID-19, direcionada aos públicos prioritários. A recomendação segue as diretrizes do Ministério da Saúde e abrange pessoas com 60 anos ou mais e indivíduos imunocomprometidos acima de 12 anos.

A iniciativa se embasa na identificação de duas novas sublinhagens de uma variante do coronavírus no Brasil. Os pontos de vacinação na rede do DF estão plenamente abastecidos, incluindo o estoque na Rede de Frio.

Para receber a dose adicional, é necessário ter completado a última vacinação há pelo menos seis meses. Os interessados devem apresentar documento de identidade com foto, CPF e o cartão de vacinação. Os imunizantes disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são eficazes contra as variantes em circulação no país.

“A estratégia do Ministério da Saúde visa conter a propagação das novas variantes, sendo a vacinação a melhor forma de prevenção”, ressalta Tereza Pereira, gerente da Rede de Frio da SES-DF. “É fundamental que o público-alvo se vacine para assegurar a proteção caso as variantes se estabeleçam.”

Até novembro, mais de 7,8 milhões de doses de vacinas contra a COVID-19 foram aplicadas no DF desde o início da campanha em 2021. No corrente ano, 82,1% da população recebeu pelo menos uma dose e 78,9% completaram o esquema vacinal de duas doses. No entanto, 48,5% não compareceram para receber o reforço, disponível para todas as faixas etárias a partir dos 5 anos.

O Ministério da Saúde informa sobre a detecção da variante JN.1 no Ceará, que tem aumentado globalmente, atingindo 3,2% das detecções em todo o mundo. Enquanto a variante JN.3, também identificada no Nordeste, está sob investigação nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás nos últimos meses. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), essas novas variantes foram detectadas em 47 países.

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