Para a superintendente da Região Oeste de Saúde, em entrevista a portais da ABBP, a união de todo o governo para ajudar a cidade é fundamental no combate a pandemia
Por Andrea Dutra
Além da grande população, outros fatores influenciam o crescimento acelerado da enfermidade na região de Ceilândia. Especialistas alertam que a vulnerabilidade social, a baixa renda per capita e o desemprego são alguns dos fatores que resultaram na disseminação da covid-19 na cidade.
A superintendente da Região Oeste de Saúde, Lucilene Florêncio, responsável por Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente e Pôr do Sol, enfrenta o maior desafio de sua carreira como médica. Mas ela agradece o apoio que vem recebendo da população e do governador Ibaneis Rocha na luta de combate a pandemia. “Eu diria que gera até ciúme do tanto de apoio e do cuidado que tem sido dado a Ceilândia pelo governador Ibaneis”, ressalta.
Lucilene Florêncio lembra que a Secretaria de Saúde se instalou há 15 dias na administração de Ceilândia. “Recebemos o secretário de Governo, de Obras, de Saúde. Todos vieram para a nossa região. Não há como enfrentar uma epidemia sem a união de todas as secretarias, o apoio do administrador Marcelo Piaui, de todo o governo”, afirma.
O governador Ibaneis tem tido um olhar especial na Ceilândia, destaca Lucilene. Nesta segunda-feira (22) ele esteve visitando o Hospital Regional da cidade e o Hospital Acoplado que será inaugurado no início de julho.
Lucilene Florêncio destaca o legado que ficará na pós-pandemia. “O governador Ibaneis tem feito tudo, para citar um exemplo, é uma cidade que tem uma hospital de campanha, temos uma UPA que está sendo construída e será entregue em dezembro e o Hospital Acoplado, que daqui uns dias estará funcionando com mais de 70 leitos. A presença física e a entrega de todos esses equipamentos, eu diria que tenho muito agradecer a confiança e todo o apoio da Secretaria de Saúde e de todas as secretarias que tem dado. Ceilândia tem sido visto com grande apreço e dedicação do governador”.





