Iniciativa utiliza cultura para combater o capacitismo e valorizar diversidade
Brasília, 15 de abril de 2026 — O projeto Vivências da Música no Cognitivo (VMC) Escola Anticapacitista entra na fase final de apresentações em instituições públicas do Gama, com atividades previstas para esta quinta-feira (16), na Escola Classe 18. A proposta utiliza linguagens como rock, circo e grafite para promover a inclusão e ampliar o protagonismo de artistas com deficiência no ambiente escolar.
Realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), a iniciativa percorreu escolas da região entre março e abril, alcançando um público estimado de mais de mil estudantes. O projeto é conduzido pelo produtor Wellington Negrão e também celebra duas décadas de um trabalho iniciado por Sérgio Fonseca.
A programação inclui apresentações musicais e intervenções artísticas que estimulam o debate sobre inclusão e diversidade. A artista Ayla Serena participa do projeto trazendo elementos pessoais à sua expressão, enquanto a grafiteira Amanda realiza pinturas ao vivo nas escolas, deixando registros permanentes nas instituições.
Outro destaque é a participação do artista plástico Lucio Piantino, que integrou as atividades durante passagem pela Escola Classe 10 do Gama.
O encerramento contará com apresentação do grupo Apae-DF, reforçando o caráter inclusivo da iniciativa.
Segundo a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, o projeto contribui para a formação de uma sociedade mais consciente e empática, ao promover o acesso à arte e valorizar a diversidade no ambiente educacional.





