Procura por cirurgia íntima tem aumentado na última década

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Médico referência em cirurgia plástica no Brasil, dr. Wandemberg Barbosa notou, nos consultórios onde atende, o aumento da busca pelo procedimento que consiste na plástica de pequenos e grandes lábios vaginais

Na última década, dr. Wandemberg Barbosa, médico referência em cirurgia plástica no Brasil, testemunhou em seu consultório um grande crescimento do número de mulheres dispostas a fazer ninfoplastia. Também chamado de cirurgia íntima, o procedimento consiste no corte dos pequenos lábios e eventualmente dos grandes lábios e posterior costura de suas bordas, de maneira que a cicatriz fique escondida. Segundo Wandemberg, atualmente, de cinco a oito mulheres por mês procuram a clínica onde atende para se submeterem à ninfoplastia.

Conforme o médico referência em cirurgia plástica no Brasil, uma das grandes razões para o aumento da procura por este tipo de cirurgia nos últimos 10 anos é a crescente preocupação com a saúde, bem-estar e a estética, que vem tomando conta das pessoas no mesmo período. Na esteira do foco cada vez maior com a aparência, vem o acréscimo de cirurgias plásticas em geral, e da cirurgia íntima, em particular, segundo Wandemberg.

Não obstante, de acordo com o médico, a cirurgia íntima vai além de um mero procedimento para fins estéticos, acarretando diversos benefícios à saúde mental e à saúde física da mulher. “A ninfoplastia melhora a autoestima de mulheres que têm vergonha do próprio corpo e que se sentem mal por ter os lábios maiores do que o normal, previne infecções, porque os pequenos lábios podem levar ao acúmulo de secreções de urina e porque existe uma maior fricção e formação de feridas”, explica.

Além disso, segundo Wandemberg, a cirurgia pode melhorar o desempenho sexual. “Lábios muito grandes tendem a adentrar ao canal vaginal, fazendo com que a mulher sinta dor durante o contato íntimo”, afirma. Todas essas vantagens fazem com que o perfil de mulheres que buscam a ninfoplastia venha se alterando ultimamente. “Normalmente, a maioria das mulheres que procuram por esse tipo de procedimento tem entre 30 anos e 40 anos. Nos últimos anos venho notando o aumento da procura entre mulheres mais jovens”, diz.

Para mulheres que se interessam pela ninfoplastia, mas têm medo de passar por uma intervenção cirúrgica, Wandemberg destaca que se trata de uma cirurgia simples feita basicamente com anestesia local. “Caso a paciente tenha um perfil psicológico mais ansioso, opta-se por sedação anestésica, além da local”, diz. Assim, a paciente costuma receber alta no dia seguinte ao procedimento.

O processo de cicatrização total geralmente leva cerca de seis meses, mas, entre 10 e 15 dias, a paciente já pode retornar às suas atividades diárias e em 35 dias (após a queda dos pontos absorvíveis), aproximadamente, já está apta a voltar a ter relações sexuais e a fazer exercícios físicos. Contribui para que o tempo de recuperação cirúrgica seja encurtado o fato de a sutura ser realizada com fios absorvíveis, que acabam sendo incorporados pelo organismo. “Dessa forma, não há a necessidade de voltar ao hospital para retirar os pontos”, explica o médico.

A respeito de contraindicações, Wandemberg explica que a ninfoplastia não é recomendada para pacientes com menos de 18 anos e para pessoas que tenham diabetes descontrolada, hipertensão ou insuficiência cardíaca. “Não orientamos também fazer a cirurgia durante a menstruação ou muito próximo do dia da próxima vinda da menstruação, porque o sangue menstrual pode deixar a região mais úmida, e favorecer a infecção”, ressalta.

Wandemberg Barbosa – cirurgião plástico e oncológico

 

Sobre Dr. Wandemberg

Dr. Wandemberg é cirurgião formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e cirurgião oncológico formado pelo Hospital A.C Camargo – Fundação Antônio Prudente. Inclusive foi médico residente dessa instituição, terminando sua residência em 1981.

Algum tempo depois, montou o Serviço de Cirurgia Oncológica do antigo Hospital Matarazzo (atual Hospital Humberto I), na capital paulista, onde atendia milhares de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), oferecendo um alto padrão de cirurgias, junto com assistentes e residentes. Nessa ocasião, foi responsável por criar uma residência médica neste hospital. Em 1989, começou a trabalhar no Hospital 9 de Julho, também em São Paulo, onde instituiu um grupo de cirurgia oncológica, no qual atuou até 2005.

Em 1998, concluiu mestrado em Cirurgia Plástica Reparadora pela Faculdade Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e, em 1999, titulou-se especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Pela sua experiência e conhecimento, Dr. Wandemberg é reconhecido nacionalmente e internacionalmente, tendo levado inúmeros trabalhos em congressos. Além de ser membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) e do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, no Brasil, é “fellow” da The International College of Surgeons, “member ship”, na The European Society of Clinical Oncology, “associate member”, na The American Society of Plastic Surgeons e médico visitante no Massachuset’s General Hospital Boston, nos Estados Unidos, e The Royal Marsden Hospital, no Reino Unido.

Há mais de 35 anos cuidando da saúde e da beleza de seus pacientes, Dr. Wandemberg é excelência em cirurgia plástica no estado de São Paulo, sendo médico cadastrado nos principais hospitais da capita paulista, tais como: Albert Einstein, São José, H-Cor, Nove de Julho e São Luís.

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