Ligado a políticos condenados por corrupção, portal que se apropria da palavra latina “vero” (verdade) vira sinônimo de calúnia e manipulação no Distrito Federal, financiado por recursos do escândalo Banco Master e usado para proteger a “República dos Condenados” e atacar a gestão Ibaneis-Celina
O que era para significar verdade, autenticidade e exatidão virou, no Distrito Federal, sinônimo de mentira, desinformação e ligações perigosas com o submundo da corrupção. O portal “Vero”, criado recentemente, desvirtuou completamente o sentido original da palavra e transformou-se em uma máquina de ataques coordenados contra a governadora Celina Leão, o secretário de Comunicação Wellington Moraes e a imprensa séria do DF, especialmente o Metrópoles e veículos associados à Associação Brasileira de Portais de Notícias (ABBP).
A verdade por trás do “Vero” é outra.
É vero o seu vínculo estreito com o ex-governador José Roberto Arruda, condenado na Caixa de Pandora, e com o ex-senador Gim Argello, preso na Operação Vitória de Pirro da Lava Jato por receber propina de empreiteiras como UTC, OAS, Toyo Setal e Odebrecht.
É vero também que esse portal recebeu milhões do Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro, no epicentro do escândalo que assola fundos de pensão e aposentados.
Depois que essas ligações foram expostas, o “Vero” partiu para o ataque contra quem denuncia o passado sombrio do seu grupo político.
O objetivo é cristalino: tentar desgastar e desacreditar os adversários políticos de seus padrinhos. Enquanto Celina lidera as pesquisas com 40% a 50% das intenções de voto, a oposição recorre à estratégia suja de sempre: fake news, calúnias e inversão de narrativa.
Arruda, mesmo inelegível, sonha em voltar ao governo. Gim Argello, com histórico de corrupção na Lava Jato, quer ressurgir.
O “Vero” é a ferramenta que escolheram para tentar limpar a imagem de um passado que o povo do DF não esquece.
Essa é a política rasteira que a população brasiliense já rejeitou nas urnas e nas ruas. O DF não quer mais Caixa de Pandora, não quer mais Lava Jato disfarçada e não quer mais o retrocesso que marcou governos como os de Agnelo Queiroz e Rodrigo Rollemberg.
O eleitorado sabe separar o joio do trigo. Sabe que o “Vero” não representa verdade, mas engano puro. Sabe que a verdadeira imprensa — séria, profissional e independente — continua cumprindo seu papel, enquanto portais de fachada servem apenas para proteger interesses escusos.
A tentativa de desestabilização via fake news foi um tiro que saiu pela culatra, porque a justiça será feita. A verdade prevalece. E no caso do “Vero”, o nome não poderia ser mais irônico: ali não há verdade nenhuma — só o velho e conhecido submundo da política que o Distrito Federal já cansou de rejeitar.







