Sindicalistas programaram uma paralisação fracassada neste primeiro dia de retorno as aulas para atrapalhar e tumultuar o retorno as aulas

Para o retorno das aulas 100% presenciais nesta quarta feira (03), a Secretaria de Educação do Distrito Federal se encarregou responsavelmente de tomar todas as medidas cabíveis sanitárias para a volta as aulas. Os alunos, por um longo período nesta pandemia passaram por grandes perdas no ensino e viu-se que era chegada a hora de recuperar o tempo perdido.

A proposta é de que o número de alunos que retornem seja de 460 mil estudantes de forma 100% presencial, sendo estes de 686 unidades espalhadas por todo DF, segundo a Secretaria de Educação, para chegar a reta final do ano letivo de 2021.

Sindicalistas programaram uma paralisação fracassada neste primeiro dia de retorno as aulas com o intuito de atrapalhar a meta da Secretaria de Educação. E, ainda, tumultuar o retorno as aulas, fazendo com que os alunos percam ainda mais tempo, se prejudiquem. Os sindicalistas, junto com políticos de oposição, que visam apenas interesses próprios, partidários, criam um clima de desânimo e desgaste a retomada a normalidade deixando claro que não valorizam em momento algum o futuro destes alunos.

Pais, preocupados com o futuro de seus filhos, juntamente com a sociedade, repudiam este movimento dos sindicalistas de esquerda e apoiam a Secretaria de Educação. O Governo anunciou que os professores que aderirem ao movimento terão seu ponto cortado.

As regras estarão bem rígidas e claras, não deixando em risco as vidas de alunos e nem de professores e funcionários. Entre as exigências está o uso obrigatório da máscara, mesmo em áreas abertas e aferição de temperatura na entrada. Além disso, haverá escalonamento de horários de intervalo, de refeições, de entrada e saída de alunos, de utilização de ginásios, de bibliotecas, de pátios e parquinhos. Também será cobrado distanciamento entre os alunos de, no mínimo, um metro em corredores e áreas de lazer.

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