Com ampliação de mais 90 km, malha cicloviária do DF estimula a economia sustentável

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Cidade conta com cerca de 20 quilômetros de ciclovia, que já foram entregues pelo GDF (Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília)

Programa Vai de Bike quer expandir malha e integrar trajetos até o fim do ano

Brasília, 3 de maio de 2026 – O Distrito Federal deve ampliar sua malha cicloviária com investimento estimado em R$ 56 milhões para a construção de cerca de 90 quilômetros de novas ciclovias até o fim deste ano. A iniciativa integra o programa Vai de Bike, que busca fortalecer a mobilidade sustentável e ampliar o uso da bicicleta como meio de transporte.

Atualmente, o DF possui 745 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas, configurando a segunda maior rede do país. A proposta do governo é ultrapassar a marca de mil quilômetros, priorizando não apenas a expansão, mas também a integração entre os trechos já existentes.

De acordo com a Secretaria de Transporte e Mobilidade, aproximadamente 30 projetos já foram aprovados, incluindo conexões entre vias isoladas para facilitar o deslocamento entre regiões administrativas e o Plano Piloto. A execução das obras envolve diferentes órgãos, como a Secretaria de Obras e Infraestrutura e o Departamento de Estradas de Rodagem.

Entre os trechos em andamento, há intervenções no Lago Sul, com cerca de 5,8 quilômetros já executados e continuidade em obras, além de projetos no Lago Norte e em Planaltina, onde está prevista a construção de um trajeto de mais de 26 quilômetros.

O programa também contempla a manutenção e recuperação de estruturas existentes, reforçando o papel da bicicleta como alternativa de transporte limpa e saudável. A malha cicloviária do DF é composta por diferentes tipos de vias, incluindo ciclovias, ciclofaixas, calçadas compartilhadas e ciclorrotas.

Desde 2019, mais de 150 quilômetros de novas ciclovias foram implantados em diversas regiões administrativas. A estratégia atual prioriza a conexão entre os trechos, permitindo percursos contínuos e mais funcionais para os ciclistas.

Além disso, o sistema de bicicletas compartilhadas tem contribuído para a integração com o transporte público, com estações próximas a pontos de ônibus, metrô e BRT, ampliando as possibilidades de deslocamento na capital.

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