Unidades de Pronto Atendimento realizam triagem e tratam casos de gravidade moderada, otimizando o fluxo no SUS
Brasília, 6 de outubro de 2024 – O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece uma rede organizada de atendimentos distribuídos em níveis de complexidade. Entre esses serviços, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), sob a gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), têm um papel crucial ao tratar casos urgentes que não colocam a vida do paciente em risco imediato, como febre alta, fraturas e crises hipertensivas.
Para garantir agilidade e eficiência, as UPAs realizam uma triagem inicial com classificação de risco, feita por profissionais de enfermagem. Essa triagem utiliza um sistema de cores que ordena os atendimentos conforme a gravidade do quadro clínico, priorizando pacientes em situações mais críticas.
“As UPAs são intermediárias entre as unidades básicas e os hospitais, oferecendo um atendimento estratégico e eficaz”, afirma o superintendente das UPAs do DF, Francivaldo Soares. Ele destaca que a compreensão do público sobre o funcionamento das UPAs é essencial para garantir que cada pessoa busque o atendimento adequado no local certo.
Quando procurar uma UPA
- Parada cardiorrespiratória
- Dor no peito ou dor cardíaca
- Dificuldade para respirar
- Convulsões
- Vômitos persistentes ou com sangue
- Dor abdominal moderada a grave
- Dor de cabeça intensa
- Elevação súbita da pressão arterial (a partir de 160×100 mmHg)
- Alergia severa com coceira e vermelhidão intensa
- Envenenamento
Com essa estrutura, as UPAs complementam o sistema de saúde, ajudando a descongestionar emergências hospitalares e garantindo que os pacientes recebam o cuidado necessário de forma rápida e eficiente.





