Pnad – INFFORMA – Informação é tudo! https://infformadf.com.br Sun, 25 Aug 2024 18:49:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 Wi-Fi Social DF: inclusão digital e desenvolvimento nas regiões administrativas https://infformadf.com.br/wi-fi-social-df-inclusao-digital-e-desenvolvimento-nas-regioes-administrativas/ https://infformadf.com.br/wi-fi-social-df-inclusao-digital-e-desenvolvimento-nas-regioes-administrativas/#respond Sun, 25 Aug 2024 18:49:10 +0000 https://infformadf.com.br/?p=35529

Programa do GDF amplia acesso gratuito à internet em locais públicos e prepara nova fase com o Conecta DF

Brasília, 25 de agosto de 2024 — Estar conectado à internet atualmente significa mais do que apenas acessar redes sociais; é uma oportunidade de desenvolvimento e inclusão. O Governo do Distrito Federal (GDF) está investindo no acesso gratuito e de qualidade à internet em locais públicos por meio do programa Wi-Fi Social DF, lançado em fevereiro de 2019.

Desde seu lançamento, o programa já proporcionou milhões de acessos à internet e está disponível em mais de 100 localidades em 25 regiões administrativas. Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman, iniciativas como essa ajudaram o Distrito Federal a se tornar a segunda unidade da Federação com maior acesso à internet em 2023, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“O acesso à internet se tornou essencial para obter informações, realizar cursos, acessar serviços públicos ou gerenciar negócios. Em breve, lançaremos o Conecta DF, uma nova fase do Wi-Fi Social, que ampliará o tempo de conexão e a área de cobertura”, afirma Reisman.

Inclusão digital em expansão

De acordo com a Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios Contínua (Pnad), divulgada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (Iped-DF), em 2023, 93,1% da população do Distrito Federal com mais de 10 anos utilizou a internet. O DF ficou atrás apenas de Goiás, onde 93,3% da população acessou serviços online. Entre os 2,8 milhões de moradores do DF, 2,6 milhões acessaram a internet nos últimos três meses de 2023.

O Distrito Federal também foi pioneiro na oferta de 5G, uma tecnologia que traz novas possibilidades de inovação e o surgimento de empresas tecnológicas. A oficina de 5G fica no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), na Granja do Torto.

Poliana Souza, funcionária da Biblioteca Pública de Ceilândia, ressalta os benefícios do Wi-Fi Social DF. “Muitos dos nossos leitores utilizam o Wi-Fi Social para estudar, se preparar para concursos e vestibulares, e fazer pesquisas. Esse programa é essencial para aqueles que não têm condições de ter internet em casa. Ele promove inclusão social e transforma a realidade de muitas pessoas”, comenta.

O subsecretário de Inovação, Capacitação e Inclusão Digital, Caio Lobato, explica que o Wi-Fi Social DF é uma parceria entre o governo e empresas de internet, que oferecem o serviço gratuitamente em troca de publicidade. “Esse programa reflete o princípio da isonomia, proporcionando oportunidades iguais a todos os cidadãos. Em sua nova fase, o Conecta DF, o programa vai ampliar a velocidade e o tempo de conexão, além de incorporar ações sustentáveis e inovadoras”, detalha.

Como acessar o Wi-Fi Social DF

Para acessar o Wi-Fi Social DF, siga os passos abaixo:

  1. Ligue o wi-fi do seu dispositivo.
  2. Escolha a rede com o nome Wi-Fi Social.
  3. Aguarde a tela de cadastro e preencha os dados solicitados.
  4. Aceite os termos de uso e as políticas de privacidade.
  5. Assista à publicidade.
  6. Pronto! Você estará conectado ao Wi-Fi Social DF.

Cada sessão dura 30 minutos, e é possível reconectar-se quantas vezes desejar.

Pontos de acesso ao Wi-Fi Social DF

O Wi-Fi Social DF está disponível em diversos locais, incluindo feiras, hospitais, bibliotecas, estações de metrô e unidades de pronto atendimento (UPAs) em regiões como Sobradinho, Ceilândia, Gama, Plano Piloto, Taguatinga, e outras. Acesse a internet gratuitamente enquanto espera pelo ônibus na Rodoviária do Plano Piloto, estuda na Biblioteca Pública de Ceilândia ou visita o Zoológico de Brasília.

Depoimento de usuário

O estudante Pedro Guimarães, 15 anos, que utiliza o Wi-Fi Social na Rodoviária do Plano Piloto, elogia o programa: “É muito bom chegar aqui e poder usar o wi-fi enquanto espero o ônibus. Facilita bastante, principalmente para conversar com meus amigos e verificar as tarefas da escola”.

O Wi-Fi Social DF não é apenas uma ferramenta de inclusão digital; é um direito de todos os cidadãos, promovendo a igualdade de oportunidades e fortalecendo o acesso à informação e ao conhecimento em todo o Distrito Federal.

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Desemprego cai para 8,9% em trimestre encerrado em agosto, diz IBGE https://infformadf.com.br/desemprego-cai-para-89-em-trimestre-encerrado-em-agosto-diz-ibge/ https://infformadf.com.br/desemprego-cai-para-89-em-trimestre-encerrado-em-agosto-diz-ibge/#respond Fri, 30 Sep 2022 10:33:38 +0000 https://infformadf.com.br/?p=21110 Número de trabalhadores desocupados atingiu 9,7 milhões

O desemprego no Brasil caiu para 8,9% com a queda de 0,9 ponto percentual registrada no trimestre encerrado em agosto, em comparação com o período anterior, terminado em maio.

O percentual é ainda o menor patamar desde o trimestre encerrado em julho de 2015, quando atingiu 8,7%. O contingente de pessoas ocupadas ficou em 99 milhões, batendo novamente o recorde na série histórica, iniciada em 2012. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, foram divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O percentual de pessoas ocupadas em idade de trabalhar, que representa o nível de ocupação, foi estimado em 57,1%. O resultado significa avanço em relação ao trimestre anterior. Naquele período o nível de ocupação ficou em 56,4%. Ficou também acima do mesmo período do ano passado, quando registrou 53,4%.

Para a coordenadora da Pnad, Adriana Beringuy, o mercado de trabalho mostra recuperação. “O mercado de trabalho segue a tendência demonstrada no mês passado, continuando o fluxo que ocorre ao longo do ano, de recuperação”,observou.

De acordo com a pesquisa, três atividades contribuíram para o recuo do desemprego em agosto com aumento da ocupação. O setor de Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas teve alta de 3% em relação ao trimestre anterior, adicionando 566 mil pessoas ao mercado de trabalho.

O crescimento de 2,9% em Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais representou mais 488 mil pessoas empregadas, enquanto a alta de 4,1% no grupo Outros serviços significou a entrada de 211 mil pessoas.

Evolução

O número de trabalhadores desocupados atingiu 9,7 milhões de pessoas e caiu ao menor nível desde novembro de 2015. Segundo a pesquisa, o resultado corresponde a uma queda de 8,8% ou menos 937 mil vagas formais na comparação trimestral e queda e 30,1%, (menos 4,2 milhões de trabalhadores), na comparação com o mesmo período do ano passado.

O contingente de empregados sem carteira assinada no setor privado chegou a 13,2 milhões de pessoas. O número é o maior da série histórica, iniciada em 2012. Na comparação com o trimestre passado, houve alta de 2,8% no trimestre ou mais 355 mil trabalhadores sem carteira assinada. Na comparação anual, houve alta de 16% na informalidade – 1,8 milhão de pessoas.

Já o total de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, sem contar os trabalhadores domésticos, subiu 1,1% e atingiu 36 milhões.

O número de trabalhadores por conta própria ficou em 25,9 milhões de pessoas e manteve a estabilidade se comparado ao trimestre anterior. No setor público alta foi de 4,1% e contingente chegou a 12,1 milhões.

A pesquisa indicou ainda que há 4,3 milhões de pessoas (3,8%) que o instituto classifica como desalentada – que gostariam de trabalhar e estariam disponíveis, porém não procuram vagas por achar que não encontrariam. O resultado neste quesito manteve a estabilidade.

Rendimento médio

Após dois anos sem crescimento, pelo segundo mês seguido, o rendimento real habitual registrou alta. Em agosto, o salário médio do trabalhador brasileiro alcançou R$ 2.713. O valor representa um avanço de 3,1% em relação ao trimestre anterior, apesar de mostrar estabilidade na comparação anual.

“Esse crescimento está associado, principalmente, à retração da inflação. Mas a expansão da ocupação com carteira assinada e de empregadores também são fatores que colaboram”, completou a coordenadora.

Pesquisa

A Pnad Contínua é o principal instrumento para monitorar a força de trabalho brasileira. De acordo com o IBGE, a amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. “Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE”, informou.

Por causa da pandemia de covid-19, o IBGE desenvolveu a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020. A volta da coleta de forma presencial ocorreu em julho de 2021.

“É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante” avisou.

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IBGE: Desemprego cai para 11,6% em novembro https://infformadf.com.br/ibge-desemprego-cai-para-116-em-novembro/ https://infformadf.com.br/ibge-desemprego-cai-para-116-em-novembro/#respond Fri, 28 Jan 2022 13:01:29 +0000 https://infformadf.com.br/?p=15001 São 3,2 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho

No trimestre encerrado em novembro, a taxa de desocupação no país caiu para 11,6%, com a diminuição de 10,6% no número de desempregados, uma redução de 1,5 milhão de pessoas. A queda em relação ao trimestre anterior foi de 1,6 ponto percentual e o número de pessoas sem ocupação é de 12,4 milhões. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a queda foi de 14,5%, com 2,1 milhões a menos em busca de trabalho.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua para o trimestre encerrado em novembro de 2021, divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o instituto, entre o trimestre encerrado em agosto e o período encerrado em novembro, 3,2 milhões de pessoas conseguiram entrar no mercado de trabalho, um aumento de 3,5% no número de pessoas ocupadas.

De acordo com a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, a recuperação pode estar refletindo a sazonalidade do fim de ano.

“Esse resultado acompanha a trajetória de recuperação da ocupação que podemos ver nos últimos trimestres da série histórica da pesquisa. O crescimento também já pode estar refletindo a sazonalidade dos meses do fim de ano, período em que as atividades relacionadas principalmente a comércio e serviços tendem a aumentar as contratações.”

O nível de ocupação foi estimado em 55,1%, um aumento de 1,7 ponto percentual frente ao trimestre anterior.

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IBGE: desemprego cai para 13,2% no trimestre encerrado em agosto https://infformadf.com.br/ibge-desemprego-cai-para-132-no-trimestre-encerrado-em-agosto/ https://infformadf.com.br/ibge-desemprego-cai-para-132-no-trimestre-encerrado-em-agosto/#respond Wed, 27 Oct 2021 13:26:22 +0000 https://infformadf.com.br/?p=12719 Queda foi de 1,3 ponto percentual em relação ao mesmo mês de 2020

A taxa de desocupação fechou o trimestre móvel encerrado em agosto em 13,2%, queda de 1,4 ponto percentual na comparação com o trimestre terminado em maio, quando o desemprego ficou em 14,6% da população. Na comparação anual, o recuo chegou a 1,3 ponto percentual em relação a agosto de 2020 (14,4%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua Mensal, divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, a população desocupada caiu 7,7%, ficando em 13,7 milhões de pessoas, na comparação com o trimestre terminado em maio de 2021, e ficou estável na comparação anual. Já a população ocupada cresceu 4%, alcançando 90,2 milhões de pessoas na comparação trimestral. Em relação a agosto do ano passado, o aumento foi 10,4%, ou mais 8,5 milhões de pessoas.

Nível de ocupação

O IBGE aponta que o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, o chamado nível da ocupação, foi estimado em 50,9%, o que representa aumento de 2 pontos percentuais, no trimestre, e 4,1 pontos percentuais, no ano.

A taxa de subutilização caiu 1,9 ponto percentual, no trimestre, e 3,2 pontos percentuais, na comparação anual, ficando em 27,4%. São 31,1 milhões de pessoas subutilizadas, o que representa queda de 5,5%, na comparação trimestral, e de 6,6%, no ano. Por outro lado, a população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas cresceu 4,7%, no trimestre, e subiu 29,2%, no ano.

A parte da população fora da força de trabalho está em 73,4 milhões de pessoas, queda de 3,2% no trimestre e de 7,3%, na comparação anual. A população desalentada soma 5,3 milhões de pessoas ou 4,9%, queda de 6,4%, ante o trimestre anterior, e de 8,7%, em relação a agosto de 2020.

Edição: Valéria Aguiar

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Brasil tem 12,4 milhões de pessoas desocupadas, segundo IBGE https://infformadf.com.br/brasil-tem-124-milhoes-de-pessoas-desocupadas-segundo-ibge/ https://infformadf.com.br/brasil-tem-124-milhoes-de-pessoas-desocupadas-segundo-ibge/#respond Fri, 17 Jul 2020 20:44:56 +0000 https://infformadf.com.br/?p=2198 Pesquisa é referente a semana entre 21 e 27 de junho

A população desocupada no Brasil foi estimada em 12,4 milhões de pessoas na semana entre 21 e 27 de junho, uma taxa de desocupação de 13,1%. O número equivale a um aumento de 12,3% com relação à semana anterior, quando 11,7 milhões estavam desocupados, e alta de 10,5% com relação a primeira semana de maio. 

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD COVID-19) para a semana entre 21 e 27 de junho, divulgada, hoje (17), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ocupação

Já a população ocupada do país, a pesquisa estima em 82,5 milhões (48,5%) na última semana de junho, enquanto na semana anterior era de 84 milhões de pessoas. Abaixo também na comparação com a semana de 3 a 9 de maio, quando era de 83,9 milhões de pessoas.

A pesquisa indicou que do total, 12,4% dos ocupados ou 8,6 milhões, trabalhavam remotamente. Em relação à semana anterior (8,7 milhões ou 12,5%), ficou estatisticamente estável, como também, na comparação com a semana de 3 a 9 de maio. Lá era 8,6 milhões ou 13,4% dos ocupados.

De acordo com coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, vinha sendo observada uma queda na população ocupada afastada, mas que começava a retornar ao trabalho, só que na última semana, junto com a queda da população afastada teve aumento de desocupação com o aumento da taxa para 13,1%. “Uma parcela daquelas pessoas que estavam afastadas, agora, começa a ser desligada. As pessoas que estavam retornando ao trabalho nesta última semana a gente começa a ver desligamento”, disse em entrevista à Agência Brasil.

“Esta semana a gente viu uma forte tendência de pessoas que estariam sendo demitidas. É a primeira vez que a gente vê [na pesquisa] esse aumento da população desocupada com queda da população ocupada. Antes a população ocupada ficava estável. Houve variação na população desocupada, mas a população ocupada ficava estável. Agora, não. A população ocupada cai e a desocupada mostra tendência de crescimento”, completou.

Para a coordenadora, os primeiros resultados da Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas Empresas, divulgados ontem pelo IBGE podem explicar este movimento no mercado de trabalho. Aquele levantamento indicou que a pandemia do novo coronavírus (SARS CoV-2) provocou o fechamento de 522,7 mil empresas na primeira quinzena de junho.“Nessas empresas que tiveram desligamento as pessoas foram mandadas embora. Depois de um tempo sem perspectivas de retorno e melhoras, e dois meses sem receita, a forma de cortar custos das empresas é mandar embora”, comentou.

A proximidade da taxa de informalidade atingiu 34,5%, o que representa estabilidade em relação à semana anterior (33,9%), mas também é um recuo se comparada ao período de 3 a 9 de maio, quando alcançou 35,7%.

A pesquisa indicou ainda que 12,5% da população ocupada, ou seja, cerca de 10,3 milhões de pessoas estavam afastadas do trabalho por causa do distanciamento social. O resultado aponta redução em relação à semana anterior, quando eram 11,1 milhões ou 13,3% da população ocupada. Houve queda também frente a semana de 3 a 9 de maio. Lá havia 16,6 milhões ou 19,8% dos ocupados.

Força de trabalho

Com 55,8% entre 21 e 27 de junho, a taxa de participação na força de trabalho indicou estabilidade em relação à semana anterior (56,2%), mas na comparação com a primeira semana de maio (55,2%) houve aumento. A população fora da força de trabalho, que não estava trabalhando nem procurava por trabalho, que era de 75,1 milhões de pessoas na semana pesquisada, mostrou estabilidade estatística em relação à semana anterior (74,5 milhões) e à semana de 3 a 9 de maio (76,2 milhões).

Entre os pesquisados dessa população, cerca de 26,9 milhões (ou 35,9% da população fora da força de trabalho) disseram que gostariam de trabalhar, contingente que ficou estável em relação à semana anterior (26,4 milhões ou 35,4%) e ao período de 3 a 9 de maio (27,1 milhões ou 35,5%).

Das 17,8 milhões de pessoas fora da força que gostariam de trabalhar e não procuraram trabalho, o motivo para este comportamento foi a pandemia ou a falta de uma ocupação na localidade em que moravam. Esse contingente, que correspondia a 66,2% das pessoas não ocupadas que não buscaram por trabalho e gostariam de trabalhar, ficou estável em relação à semana anterior (17,3 milhões ou 65,8%), mas caiu em comparação com a semana de 3 a 9 de maio (19,1 milhões ou 70,7%).

Saúde

A PNAD Covid-19 estimou que, também na semana de 21 a 27 de junho, 15,4 milhões de pessoas (ou 7,3% da população do país) apresentavam pelo menos um dos 12 sintomas associados à síndrome gripal como febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de olfato ou paladar e dor muscular, investigados pela pesquisa. O resultado indica que o contingente ficou estável na comparação com a semana anterior (15,3 milhões ou 7,2% da população) e recuou frente a de 3 a 9 de maio (26,8 milhões ou 12,7%).

Conforme a pesquisa, cerca de 3,1 milhões de pessoas ou 20% daqueles que apresentaram algum sintoma procuraram atendimento em postos de saúde, em equipe de saúde da família, UPA, pronto socorro ou hospital do SUS ou, ainda, ambulatório /consultório, pronto socorro ou hospital privado. O total mostra estabilidade em relação à semana anterior (3,1 milhões ou 20,1%), mas com queda em valores absolutos se comparado à semana de 3 a 9 de maio (3,7 milhões ou 13,7%).

“Depois de quatro semanas que vinham caindo, os sintomas ficaram mais ou menos estáveis na quarta semana consecutiva. O atendimento médico continua prioritariamente em locais de estabelecimentos de saúde pública”, afirmou a coordenadora.

Por Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Edição: Aline Leal

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