Pandemia – INFFORMA – Informação é tudo! https://infformadf.com.br Tue, 10 May 2022 14:53:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 Governador Ibaneis revoga decreto de estado de calamidade pública no Distrito Federal https://infformadf.com.br/governador-ibaneis-revoga-decreto-de-estado-de-calamidade-publica-no-distrito-federal/ https://infformadf.com.br/governador-ibaneis-revoga-decreto-de-estado-de-calamidade-publica-no-distrito-federal/#respond Tue, 10 May 2022 14:53:55 +0000 https://infformadf.com.br/?p=17618 Decisão foi publicada na edição desta terça-feira do Diário Oficial do DF

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, revogou, nesta terça-feira (10), o Decreto – nº 40.924, de 26 de junho de 2020, que declara estado de calamidade pública pela pandemia da covid-19 na capital federal.

A decisão está publicada no Diário Oficial do Distrito Federal. Pela norma que estava em vigor, o governo distrital não era obrigado a cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

O DF podia, por exemplo, fazer compras emergenciais sem licitação e ultrapassar metas fiscais previstas para custear ações de combate à covid-19. Além disso, podia ter acesso a recursos da União e a benefícios sociais antecipados, além de adiar o pagamento de empréstimos federais.

A revogação do estado de calamidade no DF segue ação do governo federal que, no final de abril deste ano, declarou o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), instituída em fevereiro de 2020.

Taxa de transmissão

Com 83,79% da população com o esquema vacinal completo, o número de casos, mortes e internações por covid-19 no Distrito Federal teve redução nos últimos meses.

Apesar disso, a taxa de transmissão da doença teve a sétima alta seguida e está 1,12, segundo boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (9) pela Secretaria de Saúde do DF. No início do ano, o índice estava  próximo a 0,60.

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Planos de saúde superam 49 milhões de beneficiários no país https://infformadf.com.br/planos-de-saude-superam-49-milhoes-de-beneficiarios-no-pais/ https://infformadf.com.br/planos-de-saude-superam-49-milhoes-de-beneficiarios-no-pais/#respond Sat, 07 May 2022 08:26:44 +0000 https://infformadf.com.br/?p=17550

Aumento foi 2,6% em relação a março de 2021

O número de pessoas com planos de saúde no país supera 49 milhões. O resultado de março deste ano foi divulgado nesta sexta (6) pela a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Este número, de 49.074.356, representa aumento de 2,6% em relação a março de 2021.

O crescimento de usuário de planos exclusivamente odontológicos foi ainda maior. No mesmo período, foi registrado aumento de 7,62%, chegando a 29.357.656 pessoas.

De acordo com a agência, os dados demonstram que o setor de assistência médica suplementar continua aquecido. Desde julho de 2020, quando o número de usuários era de 46.821.928, o aumento da adesão tem sido contínuo.

Sobre a utilização dos planos de saúde, o Boletim Covid-19, que traz informações sobre comportamento do setor de assistência médica suplementar durante a pandemia, mostra que a ocupação de leitos destinados ao tratamento da doença em março sofreu queda em relação a fevereiro, passando de 58% para 44%. Por outro lado, a ocupação para os demais atendimentos foi de 80%, fazendo com que a taxa de ocupação geral de leitos (comum e UTI) atingisse 77%, a maior desde janeiro de 2019.

A realização de exames para a detecção de covid-19 teve um aumento significativo em janeiro deste ano, por conta da variante Ômicron. Neste mês, o número de exames do tipo RT-PCR foi de  975.017, o maior desde o início da pandemia.

* Estagiária sob a supervisão de Mario Toledo.

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5 dicas para recuperar a autoestima no trabalho https://infformadf.com.br/5-dicas-para-recuperar-a-autoestima-no-trabalho/ https://infformadf.com.br/5-dicas-para-recuperar-a-autoestima-no-trabalho/#respond Sun, 27 Mar 2022 05:31:14 +0000 https://infformadf.com.br/?p=16403 Pandemia, Síndrome de Burnout, desmotivação, infelicidade no ambiente de trabalho, alto índice de depressão, esses foram temas em alta no ano de 2021, mas, com a chegada de um novo ano novo, é possível reverter esse cenário com algumas medidas; confira o passo a passo para começar 2022 renovado e motivado 

O ano de 2021 foi marcado por muitos debates sobre a infelicidade no mercado de trabalho. Um dos temas recorrentes foi a crescente nos casos de Síndrome de Burnout, em pessoas que extrapolavam as horas de trabalho em home office. O transtorno que é causado pelo esgotamento físico e mental, devido a rotina de trabalho exaustiva, é um exemplo de como as empresas precisam se reinventar para não prejudicar os colaboradores e até sua presença no mercado. Outros temas debatidos também foram o aumento do turnover nas empresas, além do estresse e problemas com sono/concentração devido a pandemia.

Em meio às mudanças na vida profissional e pessoal, se adaptar pode se tornar um processo difícil e doloroso e que também pode trazer danos para a autoestima. Para se ter ideia, de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), em onze países, o Brasil lidera os casos de depressão e ansiedade durante a pandemia. De acordo com o estudo, o país é o que mais tem casos de ansiedade (63%) e depressão (59%). Números como esses mostram como a saúde mental dos brasileiros foi afetada durante a pandemia.

De acordo com Tomás Camargos, sócio-fundador da VIK – startup que nasceu para ajudar as empresas a melhorarem a saúde de seus colaboradores, implementando um programa que visa transformar a vida das pessoas e o resultado das corporações -, as empresas devem enxergar a saúde como um investimento e não como uma linha de custo para a empresa. “As boas organizações precisam investir no bem-estar dos membros da equipe para evitarem, futuramente, gastarem com doenças causadas pelo sedentarismo e estresse, por exemplo. Isso também permite com que elas diminuam consideravelmente os custos das organizações com plano de saúde, absenteísmo e baixa produtividade. No Brasil. esse movimento vem acontecendo, em que a preocupação com a saúde está cada vez mais consciente e estratégica para as corporações”, revela.

Para a psicóloga Vanessa Gebrim, especialista em Psicologia Clínica pela PUC de SP, sentir-se bem tem sido um desafio para muitas pessoas e colaboradores nessa fase de pandemia. “As frustrações comprometeram até mesmo a autoestima, já que muitas pessoas não conseguiram realizar os projetos que tinham planejado. Esse aumento nos casos de depressão e ansiedade se deram também por conta das mudanças drásticas na rotina, além de todo o medo e incerteza que vieram junto. Às pessoas ficaram com as emoções à flor da pele, o que prejudica o equilíbrio e contribui para a baixa autoestima”, explica.

Abaixo, os especialistas listam cinco dicas para recuperar a autoestima no trabalho. Confira:

1 – Faça amigos no trabalho: ter uma amizade no trabalho torna os colaboradores mais engajados e felizes. Isso é o que diz uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup que revela a importância de ter um melhor amigo no ambiente profissional. “Muitas vezes, com a correria do dia a dia, as empresas deixam de lado o incentivo para que as equipes se conheçam, uma das formas de mudar esse cenário é optar por programas de gamificação que levem engajamento, saúde e socialização entre os colaboradores”, indica Camargos.

Para ele, é possível incentivar essa relação de amizade por meio de atividades físicas. “Durante o programa corporativo de saúde e integração desenvolvido pela VIK, por exemplo, os colaboradores de uma determinada empresa participam de uma competição virtual de atividade física, por meio de um sistema gamificado e suas atividades físicas aparecem em um ranking que funciona como uma rede social saudável. O programa gera um movimento interessante, as pessoas começam a conversar em torno de um assunto prazeroso e, naturalmente, as relações são suavizadas ao longo do período”, explica.

2 – Cuidados com sua saúde física e mental: o Brasil é um dos países mais sedentários da América Latina. Segundo uma pesquisa divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quase metade dos brasileiros – 47% – não praticam exercícios suficientes para manter o corpo saudável. Outro dado alarmante é sobre a saúde mental da população, já que o país tem o maior índice de prevalência da doença na América Latina. As empresas podem ajudar a transformar os hábitos e a rotina dos funcionários. “É fundamental que os líderes pensem no impacto da saúde no potencial humano e a importância da implementação de programas de saúde/qualidade de vida para os colaboradores. Por isso, devem disponibilizar momentos de lazer, atividades físicas em grupo, meditação e confraternização”, aconselha Camargos.

Além da mudança na prática de atividade física e no sedentarismo, a implementação de programas de humanização afeta outros setores da vida dos colaboradores. “Percebemos as transformações de hábitos nos participantes mais conscientes quando se trata de nutrição, álcool, cigarro, diminuição do estresse e melhora no sono/concentração”, conta Tomás.

3 – Faça terapia: a falta de autoestima pode ser uma ponte para quadros de ansiedade, medos, fobias e até para depressão. “Procurar um profissional pode ser necessário e ajuda no sentido de fazer com que o paciente entre no processo de autoconhecimento, trazendo mais segurança e autonomia para sua vida. Além disso, contribui no controle das emoções, fortalecendo a autoconfiança e autoaceitação. Existem abordagens e técnicas bastante eficazes que podem ser a chave para a melhora do bem-estar emocional da pessoa”, explica Vanessa Gebrim.

4 – Esteja alinhado com o propósito da empresa em que trabalha: de acordo com uma pesquisa realizada pela Sodexo Benefícios e Incentivos, 53,8% dos brasileiros acreditam que seu propósito de vida está conectado com seu trabalho atual. “Mais do que um salário alto e benefícios, os colaboradores querem se sentir uma parte fundamental da empresa. Hoje, vida pessoal e profissional estão interligadas, somos uma mesma pessoa”, acrescenta Camargos.

As corporações que não se adaptarem vão ser ultrapassadas. “As startups são a prova de como esse cenário mudou, ninguém quer mais passar horas sentado no escritório, sem um momento de interação ou com roupas sociais desconfortáveis. As pessoas procuram qualidade de vida, horários flexíveis e experiências novas”, finaliza Camargos.

5. Se olhe e se entenda: é importante entender que tudo o que a pessoa fizer que, de alguma forma, contribua para que ela se orgulhe de si, a ajudará a fortalecer sua autoestima. “Quando a pessoa está focada em seus aspectos negativos, a insegurança certamente estará presente em sua rotina e relacionamentos. Dentro do processo de autoconhecimento, a pessoa aprende a gerenciar suas emoções e desenvolve sentimentos positivos sobre si e sobre o mundo”, conclui a psicóloga Vanessa Gebrim.

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Governador Ibaneis anuncia que uso de máscaras de proteção passa a ser facultativo a partir desta quinta-feira https://infformadf.com.br/governador-ibaneis-anuncia-que-uso-de-mascaras-de-protecao-passa-a-ser-facultativo-a-partir-desta-quinta-feira/ https://infformadf.com.br/governador-ibaneis-anuncia-que-uso-de-mascaras-de-protecao-passa-a-ser-facultativo-a-partir-desta-quinta-feira/#respond Thu, 10 Mar 2022 16:17:04 +0000 https://infformadf.com.br/?p=15941 A medida foi anunciada pelo governador Ibaneis Rocha anunciou na manhã de hoje; decreto será publicado no Diário Oficial

A partir desta quinta-feira (10), está liberado o uso de máscara de proteção em todo o Distrito Federal. O anúncio foi feito pelo governador Ibaneis Rocha durante agenda pública no Palácio do Buriti. O decreto que extingue a obrigatoriedade será publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

“As pessoas têm que se prevenir”, pontuou o governador. “Vai existir um debate sobre a liberação, e quem quiser continuar usando a máscara pode continuar usando sem problema nenhum. Não é obrigatória a retirada da máscara; deixa de ser obrigatória a utilização dela em ambientes fechados. A gente espera que a população tenha os cuidados evitando aglomeração, pois a pandemia ainda existe. Chegou a hora de tentarmos voltar a ter uma vida normal.”

Na ocasião, o chefe do Executivo também anunciou a contratação de mais 20 leitos de UTI adulto e dez leitos de UTI pediátrica, reforçando a capacidade de atendimento a quem necessitar de internação.

A liberação ocorre em meio à queda na taxa de transmissão do coronavírus no DF e ao avanço da vacinação. Atualmente, o DF tem 89,22% do público-alvo vacinado com a primeira dose, 80,28% com a segunda dose e 34,63% com a dose de reforço.

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Pandemia ainda traz risco e carnaval fica pra depois no Distrito Federal https://infformadf.com.br/pandemia-ainda-traz-risco-e-carnaval-fica-pra-depois-no-distrito-federal/ https://infformadf.com.br/pandemia-ainda-traz-risco-e-carnaval-fica-pra-depois-no-distrito-federal/#respond Wed, 23 Feb 2022 12:09:18 +0000 https://infformadf.com.br/?p=15560 Secretários destacam a proibição das festas, reforçam que a fiscalização vai apertar e apelam para colaboração da população

Com a proximidade do carnaval, o Governo do Distrito Federal (GDF) decidiu reforçar as orientações sobre as medidas restritivas em vigor, assim como divulgar a intensificação da fiscalização e o incentivo à cadeia produtiva carnavalesca.

O anúncio foi feito em coletiva de imprensa com o secretário chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha; o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira; o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo; e o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, no Palácio do Buriti.

Desde 6 de janeiro, estão suspensas as festas e os eventos de carnaval públicos e privados com a publicação do Decreto nº 42.898 que alterou o Decreto nº 42.730, que dispõe sobre as ações de enfrentamento à covid-19. A decisão do governador Ibaneis Rocha visou combater o avanço da variante Ômicron. De acordo com a Codeplan, a partir de dados da Secretaria de Saúde, o DF chegou a ter 57 mil casos ativos. Agora, os casos ativos reduziram para 22 mil.

Bailes, shows, blocos e desfiles estão proibidos. Programações de carnaval, mesmo em estabelecimentos comerciais, terão a realização vedada. O descumprimento acarreta em multa, que varia de R$ 4 mil a R$ 20 mil, e interdição de até 60 dias, de acordo com a situação

“Os dados estão melhorando, muito trabalho está sendo desenvolvido para que a gente possa voltar à normalidade. Apesar disso, ainda há uma pressão muito forte no sistema de saúde e as UTIs [estão] com percentual muito elevado de ocupação. Por essa razão, ainda não é o momento de fazer flexibilizações, principalmente em período de festas”, justificou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Em momento de festas, tudo isso que está melhorando pode ser perdido”, acrescentou.

A Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal) reforçou que bailes, shows, blocos e desfiles estão proibidos. Programações de carnaval, mesmo em estabelecimentos comerciais, terão a realização vedada. O descumprimento acarreta em multa, que varia de R$ 4 mil a R$ 20 mil, e interdição de até 60 dias, de acordo com a situação.

“Pedimos a compreensão da população e de todos os empresários. Só sairemos deste estado de pandemia se trabalharmos juntos. O governo Ibaneis pensa na economia, na sociedade, na geração de emprego e renda, mas também pensa na saúde”, destacou o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira.

Fiscalização

A força-tarefa de fiscalização criada no ano passado será reforçada durante o período de carnaval, com trabalho diuturno de sexta-feira (25/2) até terça-feira (1º/3). A Secretaria de Segurança Pública terá equipes mistas compostas por integrantes das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros, do Detran, do Brasília Ambiental, do Procon e da Vigilância Sanitária. Já a DF Legal terá 10 equipes em campo.

Mesmo que os eventos de carnaval não aconteçam, o setor carnavalesco tem tido o apoio do governo. Desde o ano passado, foram investidos R$ 5,5 milhões em ações para a categoria

“A força-tarefa estará trabalhando de forma mais intensa todos os dias do carnaval no intuito de orientar o que não está sendo permitido. As equipes estarão se revezando. Ano passado foi feito o mesmo esquema. Solicito a conscientização da população. Pedimos que as pessoas não adquiram ingressos e que os empresários não façam esses eventos”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo.

A fiscalização ocorrerá em seis grandes regiões em áreas em que costumam acontecer blocos e festividades momescas. O trabalho será tanto a partir de denúncias como por busca ativa e pela relação de eventos já monitorados pelo governo. Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, 41 festas estão no radar do GDF, mas quaisquer outras também serão fiscalizadas. A população poderá enviar denúncias pelo telefone 190.

Atividades suspensas no DF

– É vedada a realização de quaisquer eventos carnavalescos (pagos ou não);
– Shows, festivais e afins com cobrança de ingresso ou de qualquer contribuição do público, ainda que revertida em consumo;
– Bares, restaurantes, boates e casas noturnas que tenham espaço para dança;
– Festas com cobrança de ingresso.

Atividades permitidas

– Bar com música ao vivo sem cobrança de ingresso e sem espaço para dança. Bares com entretenimento podem cobrar couvert;
– Shows, festivais e afins sem cobrança de ingresso ou qualquer contribuição do público e sem espaço para danças, mediante a comprovação de imunização e uso de máscaras pelos participantes;
– Eventos esportivos, mediante o uso de máscara pelos participantes;
– Cinema, circo e teatro, de qualquer natureza;
– Casas e estabelecimentos de festas (casamento, aniversário, batizado, etc) sem cobrança de ingresso ou de qualquer valor dos convidados;
– Festas privadas em condomínios e residências sem cobrança de ingresso e/ou qualquer contribuição do público.

Apoio

Mesmo que os eventos de carnaval não aconteçam, o setor carnavalesco tem tido o apoio do governo. Desde o ano passado, foram investidos R$ 5,5 milhões em ações para a categoria. Na próxima sexta-feira (25), a Secretaria de Cultura e Economia Criativa fará o lançamento do projeto Escola do Carnaval, que consiste em atividades de capacitação profissional para as agremiações, com R$ 1,5 milhão em investimento.

“A cadeia produtiva é enorme e o governo não a deixou desamparada”, disse o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues. O gestor lembrou que tem sido feito um diálogo com a categoria desde o ano passado e a partir dessas conversas nasceu o Escola do Carnaval.

“É uma iniciativa para que as agremiações mantenham as atividades em funcionamento. É um trabalho voltado para capacitação”, completou Bartolomeu Rodrigues. A ação também tem o objetivo de fomentar o carnaval de 2023. “Já estamos de olho lá na frente”, finalizou.

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Maioria do STF vota por derrubar despacho do MEC sobre vacinação https://infformadf.com.br/maioria-do-stf-vota-por-derrubar-despacho-do-mec-sobre-vacinacao/ https://infformadf.com.br/maioria-do-stf-vota-por-derrubar-despacho-do-mec-sobre-vacinacao/#respond Fri, 18 Feb 2022 15:02:43 +0000 https://infformadf.com.br/?p=15441 Julgamento se encerra hoje no plenário virtual

A maioria do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por derrubar um despacho no qual o ministro da Educação, Milton Ribeiro, decidiu que as instituições de ensino federais não poderiam cobrar vacinação contra a covid-19 como condição para o retorno às atividades presenciais.

O despacho, publicado em 30 de dezembro no Diário Oficial da União (DOU), já havia sido suspenso pelo ministro Ricardo Lewandowski, a pedido do PSB. Ele é relator de uma ação por descumprimento de preceito fundamental (ADPF) que trata de atos do governo no contexto da pandemia.

No documento, Ribeiro disse não ser possível às universidades exigir comprovante de vacinação como condição para o retorno das atividades presenciais, pois tal exigência seria “um meio indireto à indução da vacinação compulsória”, que “somente poderia ser estabelecida por meio de lei”.

Para Lewandowski, contudo, o ministério não poderia ter feito imposição às universidades sobre a exigência ou não do comprovante de vacina, pois isso violaria a autonomia universitária, que abarca dimensões não só educacionais e financeiras, como também administrativas e relativas à saúde.

“As instituições de ensino têm, portanto, autoridade para exercer a autonomia universitária e podem legitimamente exigir a comprovação de vacinação”, argumentou Lewandowski, cujo entendimento, até o momento, foi seguido por seis ministros – Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Edson Fachin e Gilmar Mendes.

O caso está sendo julgado no plenário virtual, e os demais ministros têm até as 23h59 desta sexta-feira (18) para depositar seus votos no sistema eletrônico do Supremo. Salvo algum pedido de vista ou destaque (remessa ao plenário convencional), deve prevalecer o voto da maioria.

Edição: Fernando Fraga

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Covid-19: Fiocruz investiga hesitação de pais em vacinar crianças https://infformadf.com.br/covid-19-fiocruz-investiga-hesitacao-de-pais-em-vacinar-criancas/ https://infformadf.com.br/covid-19-fiocruz-investiga-hesitacao-de-pais-em-vacinar-criancas/#respond Tue, 18 Jan 2022 11:03:31 +0000 https://infformadf.com.br/?p=14792

Estudo teve participação de 15.297 pais, mães e responsáveis

Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que contou com 15.297 pais, mães ou responsáveis por crianças e adolescentes indicou que mais de 80% pretendem vacinar seus filhos contra a covid-19. Chamada de VacinaKids, a pesquisa investiga os motivos da hesitação vacinal e aplicou um questionário online que teve 70,55% de participação de pais da região Sudeste, 11,13% do Sul, 8,27% do Nordeste, 7,6% do Centro-Oeste e 2,4% do Norte.

Segundo as respostas apresentadas, a hesitação é maior na faixa etária de 0 a 4 anos, que ainda não foi contemplada pela vacinação. Entre os pais dessas crianças, o percentual que não pretende vacinar foi 16,4%. A hesitação vacinal foi menor entre os pais de crianças de 5 a 11 anos, com 12,8%, e chegou a 14,9% entre os responsáveis por adolescentes.

A pesquisa analisa que os principais motivos associados à hesitação vacinal foram medo de reações adversas e supostos efeitos de longo prazo, minimização da gravidade da pandemia e a falsa ideia de que quem teve covid-19 não precisa se vacinar. Entre suas respostas, esses pais também declararam com frequência que discordam que a vacina tornaria o retorno escolar mais seguro e que acreditam que a imunidade natural é uma opção melhor de proteção do que a vacina.

Outras crenças mencionadas pelos entrevistados foram a de que a vacina precisa de mais tempo para ser considerada segura e a de que as crianças e adolescentes não têm nenhuma chance de ficar grave se contrair a covid-19. Também houve respostas no sentido de preferir produtos naturais à vacinação.

A Fiocruz ressalta que a vacinação de crianças de 5 a 11 com a vacina da Pfizer é segura e eficaz, e conta com autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e outras autoridades sanitárias do mundo, como a dos Estados Unidos, onde 8,7 milhões de doses já foram aplicadas nessa faixa etária.

A coordenadora do estudo, a pediatra e pesquisadora clínica do Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz, Daniella Moore, cita dados do Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos que mostram que vacinação de crianças é segura e transcorre naquele país com a ocorrência de cerca de 4 mil eventos adversos, sendo 97% leves, entre as mais de 8 milhões de doses aplicadas.

“O relatório mostra que aproximadamente 8,7 milhões de doses da vacina Pfizer-BioNTech Covid-19 foi administrada em crianças nessa faixa etária durante o período de 3 de novembro a 19 de dezembro de 2021. Dessas 8,7 milhões de doses, foram notificados 4.249 eventos adversos, o que representa apenas 0,049% das doses aplicadas. A grande maioria (97,6%) dos efeitos notificados foi leve a moderado, como dor no local da injeção, fadiga ou dor de cabeça. Ou seja, a vacina é, de fato, segura e os dados comprovam a sua segurança, mostrando, na sua maioria, efeitos adversos que mães e pais já têm experiência em lidar com outras vacinas do calendário vacinal”, conta Daniella.

A pesquisadora ressalta que a ocorrência de miocardite, que é uma inflamação do músculo cardíaco, foi registrada em 11 crianças dessa faixa etária que foram vacinadas, e todas se recuperaram. A complicação é um dos principais medos citados por pais que hesitam em vacinar seus filhos, mas a pediatra lembra que a covid-19 também pode causar essa inflamação, especialmente quando a doença evolui para um quadro de Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica.

“Alguns pais subestimam a gravidade da doença em crianças. No entanto, apesar da covid-19 ser considerada menos grave em crianças quando comparada a adultos, elas ainda assim ficam doentes, podem ficar graves e ter evoluções desfavoráveis”, alerta Daniella.

No ano passado, foram hospitalizados por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada à covid-19 quase 20 mil crianças e adolescentes. Segundo levantamento realizado pela Fiocruz, 1.422 menores de idade morreram vítimas pela covid-19 até o dia 4 de dezembro do ano passado, sendo 418 em menores de 1 ano; 208, de 1 a 5 anos; e 796, de 6 a 19 anos.

Edição: Valéria Aguiar

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Farmácias no DF farão teste gratuito de covid-19 https://infformadf.com.br/farmacias-no-df-farao-teste-gratuito-de-covid-19/ https://infformadf.com.br/farmacias-no-df-farao-teste-gratuito-de-covid-19/#respond Tue, 18 Jan 2022 08:53:40 +0000 https://infformadf.com.br/?p=14789

Cerca de 800 mil testes rápidos de antígeno serão distribuídos

A partir desta terça-feira (18), 23 farmácias realizarão teste de covid-19 de forma gratuita no Distrito Federal. A ação é uma parceria da Secretaria de Saúde do Distrito Federal com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) que, junto ao Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos (Sincofarma), selecionou os estabelecimentos de testagem. Cerca de 800 mil testes rápidos de antígeno (TR-Ag) serão distribuídos. 

Cada estabelecimento receberá, inicialmente, 500 kits do teste rápido e fará o controle do seu estoque e, quando for necessário, solicitará reabastecimento pela secretaria. Segundo a pasta, a liberação de novos testes será condicionada à comprovação, pela farmácia, da notificação no sistema de todos os testes realizados.

As informações referentes aos exames deverão ser registradas no sistema e-SUS, no qual são incluídos dados como data de realização, resultado, lote e data de validade. De acordo com a secretaria, as drogarias cadastradas atendem a requisitos sanitários e documentais. Para que fossem autorizadas, precisavam ter, por exemplo, uma sala com circulação de ar e espaço para evitar filas e aglomerações.

Os pontos de testes foram liberados de maneira emergencial e provisória e serão fiscalizados pela Vigilância Sanitária para evitar riscos de transmissão. As farmácias que participam da ação têm liberação para aplicar os testes de covid-19 por 60 dias, prazo que pode ser prorrogado, conforme o cenário epidemiológico.

O público-alvo para realização dos testes nas farmácias deve seguir os seguintes critérios: quem está sintomático ou teve contato com casos confirmados da doença. São sintomas, por exemplo, tosse, febre, dor de garganta, falta de ar e perda de olfato ou paladar.

Os locais realizam os testes de segunda a sexta, das 10h às 19h. Conheça os pontos:

Farmácias Descontão

– Avenida das Castanheiras, Lotes 820 Loja 06/07, Águas Claras

– QSC 19 Chácara 26 Conjunto H Lote 07A, Taguatinga

– QNN 17 Conjunto H Loja 02/03/04, Ceilândia

Drogaria São Rafael

– Quadra 36 Lote 10, Gama

Drogaria Brasil

– CL 214 Lote B Loja 02, Santa Maria

Drogaria Colorado

– Rua da Praça, Lote 17 Loja A, Vila Planalto

Drogaria Drogacenter

– QNE 16, Lote 01 Loja 01, Taguatinga Norte

– Rua 4 A, Chácara 01 Lote 13 Loja 01, Vicente Pires

– Rua Copaíba, Lote 10 a 12, Águas Claras

– QNM 18 conjunto G Lote 01, Ceilândia

– Rua 5, Chácara 102, Lote 32, Vicente Pires

– QNO 17, Conjunto I, Lote 03, Loja 06, Ceilândia Norte

– QD 203, Lote 28/29, Recanto das Emas

– QS.412, Conjunto A, Lote 02, Samambaia Norte

– QC 08, Lote 04, Loja 01, Taguatinga Centro

– CLSW 104, Bloco A, Loja 58, Sudoeste

– ST SHD bloco N, Lojas 09 a 12, Planaltina

– Avenida Central, Lote 470, Loja 01, Núcleo Bandeirante

– Quadra 12, Comércio Local 1A, Sobradinho

– QN 07, Conjunto 06, Lotes 20 e 22, Riacho Fundo

– Quadra 23, Conjunto 17, Lote 01, Paranoá

– S.I.A Trecho 10, S/N, Lote 10, Lojas 56, 58 e 60, Zona Industrial Guará

– QNO 06, Conjunto B, Lote 58, Loja 03, Ceilândia

Edição: Fábio Massalli

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Entenda novas orientações sobre quarentena de quem está com covid-19 https://infformadf.com.br/entenda-novas-orientacoes-sobre-quarentena-de-quem-esta-com-covid-19/ https://infformadf.com.br/entenda-novas-orientacoes-sobre-quarentena-de-quem-esta-com-covid-19/#respond Wed, 12 Jan 2022 15:53:22 +0000 https://infformadf.com.br/?p=14672

Mínimo de isolamento é de cinco dias para pacientes sem sintomas

Os pacientes com caso leve ou moderado de covid-19 seguirão agora novos protocolos de isolamento, adotados esta semana pelo Ministério da Saúde. Manter a pessoa infectada fora do convívio da sociedade é uma medida adotada desde o início da pandemia que segue pesquisas sobre o tempo que o paciente pode transmitir a doença.

Pelas novas recomendações do ministério, foram previstos três intervalos diferentes para o isolamento dos infectados. Os tempos passam a contar do início dos sintomas, e não da obtenção do resultado do exame positivo.

Isolamento de 5 dias

A pessoa só poderá sair do isolamento nesse prazo se no fim do quinto dia:

– Não estiver com sintomas respiratórios nem febre há pelo menos 24 horas;

– Não tiver utilizado antitérmicos há pelo menos 24 horas;

– Testar negativo com exames de PCR ou antígeno;

Mesmo se a pessoa testar negativo, é indicado continuar adotando medidas adicionais, como trabalhar de casa se puder, usar máscara em locais com pessoas. Se o indivíduo testar positivo, é necessário manter o isolamento até o décimo dia.

Isolamento de 7 dias

Ao fim de 7 dias, é possível sair do isolamento sem teste se o paciente:

– Não estiver com sintomas respiratórios nem febre por pelo menos 24 horas;

– Não tiver tomado antitérmico há pelo menos 24 horas;

Se os sintomas respiratórios ou febre persistirem no sétimo dia, o indivíduo deve seguir outras orientações. Caso a pessoa teste negativo no sétimo dia, pode sair do isolamento, desde que o exame seja de PCR ou antígeno e desde que aguarde 24 horas sem sintomas respiratórios ou febre e sem uso de antitérmico.

Isolamento de 10 dias

Se o teste der positivo no sétimo dia, a pessoa deve manter o isolamento até o décimo dia. Para sair da quarentena no décimo dia é necessário:

– Estar sem sintomas respiratórios e sem febre por pelo menos 24 horas;

– Não ter utilizado antitérmico por pelo menos 24 horas.

Edição: Aline Leal

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Mais de 60% dos óbitos por Covid-19 em 2021 foram de pessoas acima de 60 anos https://infformadf.com.br/mais-de-60-dos-obitos-por-covid-19-em-2021-foram-de-pessoas-acima-de-60-anos/ https://infformadf.com.br/mais-de-60-dos-obitos-por-covid-19-em-2021-foram-de-pessoas-acima-de-60-anos/#respond Thu, 23 Dec 2021 10:18:54 +0000 https://infformadf.com.br/?p=14286 Segundo o Ministério da Saúde, houve uma queda de 93% dos óbitos de SRAG por Covid-19 entre a 10ª e 39ª semana epidemiológica de 2021

Dados do Ministério da Saúde indicam que 62,3% dos óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocados por Covid-19, em 2021, foram de pessoas acima de 60 anos. Além disso, 56% dessas mortes eram do sexo masculino e 44% do sexo feminino.

As informações foram divulgadas na 12ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Tripartite.

A infectologista Ana Helena Germoglio aponta algumas razões para os óbitos por Covid-19 estarem concentrados na faixa etária acima de 60 anos.

“O sistema imunológico do paciente idoso já não responde da mesma forma como o dos jovens. Além disso, os idosos têm muito mais propensão a ter doenças associadas – hipertensão, diabetes, obesidade – do que os jovens. Então isso também é um fator que faz com que eles sejam considerados grupos de risco para casos graves da doença.”

Em nota encaminhada nesta quarta-feira (22), o Ministério da Saúde informa que até o momento, foram registrados 32 casos confirmados da Ômicron no Brasil, sendo 20 em São Paulo, dois no Distrito Federal, um no Rio Grande do Sul, quatro em Goiás, três em Minas Gerais, um no Rio de Janeiro e um em Santa Catarina. Dois casos permanecem em investigação no Distrito Federal e outros 14 no Rio Grande do Sul.

A doutora Ana Helena Germoglio reforça a importância das medidas de proteção contra o coronavírus, especialmente com o surgimento de novas variantes.
“Os idosos precisam continuar se protegendo. E nada mudou em relação ao que era antes: uso de máscara, evitar aglomeração, se encontrar [somente] em ambientes abertos. E a vacina é o mais importante disso tudo.”

Já em relação à maior taxa de letalidade entre os homens, a infectologista esclarece que o fato se deve a uma teoria comportamental. “Os homens se expõem mais, saem mais de casa e obedecem menos às regras do isolamento domiciliar”.

Queda de óbitos

Segundo balanço do Ministério da Saúde, do total de 422.740 óbitos de SRAG notificados em 2021, 372.954 (88,2%) foram provocados por Covid-19. Entre a 10ª e 39ª semana epidemiológica do ano, houve uma redução de 93% dos óbitos registrados.

A infectologista afirma que essa queda de mortes está nitidamente relacionada à vacinação, que atingiu mais de 91% da população vacinável (178.137.803 brasileiros com 12 anos ou mais), segundo o Ministério da Saúde.

“A redução de casos graves da doença, após o início da vacinação, foi gritante. É claro que, mesmo entre os vacinados, tem pessoas que não vão responder adequadamente às vacinas e podem evoluir para casos graves. Mas isso se torna exceção e não regra. Porque o que a gente tinha, antes da vacinação, eram pessoas de alto risco, imunossuprimidos, que evoluíam para SRAG”, afirma.

“Podemos, com certeza, falar que o Brasil é um case de sucesso. Porque, de uma alta taxa de transmissibilidade, de uma alta taxa de óbitos, após o início da vacinação e da adesão da população, a gente conseguiu controlar os casos de óbitos por Síndrome Respiratória associada à Covid-19”, acrescenta.

Dados Covid-19

De acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (22), o Brasil registrou 3.451 novos casos e 143 óbitos por Covid-19. Desde o início da pandemia, mais de 22,2 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus.

O estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação é o Rio de Janeiro, com 5,14%. O índice médio de letalidade do país está em 2,78%.

Taxa de letalidade nos estados

  • RJ – 5,14%
  • SP – 3,48%
  • AM – 3,19%
  • PE – 3,17%
  • MA – 2,80%
  • PA – 2,74%
  • AL – 2,64%
  • GO – 2,61%
  • CE – 2,59%
  • PR – 2,56%
  • MS – 2,56%
  • MG – 2,55%
  • MT – 2,49%
  • RS – 2,43%
  • RO – 2,37%
  • SE – 2,17%
  • PI – 2,17%
  • BA – 2,17%
  • DF – 2,14%
  • ES – 2,12%
  • AC – 2,09%
  • PB – 2,07%
  • RN – 1,96%
  • TO – 1,68%
  • SC – 1,63%
  • RR – 1,61%
  • AP – 1,59%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.

Fonte: Brasil 61

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