PL de Câmeras nas Escolas do DF é uma vitória da razão, apesar da hipocrisia da esquerda

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(Foto: Carlos Gandra/Agência CLDF)

Aprovado nesta terça-feira (21), o projeto de lei de Thiago Manzoni e Roosevelt Vilela impõe câmeras com áudio em escolas públicas, mas deputados do PT e PSOL tentam boicotar com narrativas ideológicas, ignorando o horror de agressões como a de Itapoã e Guará

Vitória da razão na CLDF. A população do Distrito Federal respira aliviada e agradece aos deputados distritais Thiago Manzoni (PL) e Roosevelt Vilela (PL) pela aprovação, nesta terça-feira (21), do Projeto de Lei (PL) que autoriza a instalação de câmeras de segurança com áudio em escolas e creches públicas. Após debates acalorados na Câmara Legislativa do DF (CLDF), a proposta polêmica – que visa coibir a violência crescente nos ambientes educacionais – foi aprovada com uma emenda que torna a medida facultativa aos diretores, garantindo flexibilidade sem abrir mão da proteção essencial.
Agora, o texto segue para sanção do governador Ibaneis Rocha, e representa um avanço concreto na luta por escolas seguras, em um momento em que o Brasil clama por pacificação e responsabilidade, longe das ideologias que priorizam narrativas sobre vidas reais.
O PL surge como resposta direta a uma realidade alarmante: o DF registra, em média, sete casos de violência em escolas por dia em 2025, com 1.349 ocorrências criminais entre janeiro e julho, segundo dados da Polícia Civil.

Ameaças (391 casos), lesões corporais (190) e injúrias (165) dominam o cenário, transformando salas de aula em zonas de risco. Nas últimas semanas, incidentes chocantes expuseram a urgência da medida: em Itapoã, um professor foi flagrado violando sexualmente uma criança de 4 anos em uma creche, um crime que abala as fundações da confiança na educação pública.

No Riacho Fundo II, um aluno de 13 anos foi esfaqueado por outro na saída da escola, em uma briga que poderia ter sido prevenida com monitoramento.

E na segunda-feira (20), no Centro Educacional 4 do Guará, um pai invadiu a sala de coordenação e desferiu nove socos e chutes em um professor de matemática de 53 anos, tudo por uma repreensão ao uso de celular pela filha – um episódio filmado e que deixou o educador com lesões faciais, liberando o agressor após depoimento.

Esses casos não são exceções; são sintomas de um sistema fragilizado, onde alunos, professores e pais vivem sob o medo constante.

No entanto, enquanto a maioria dos deputados reconhecia o horror desses episódios – com 730 brigas registradas só em 2025, incluindo voadoras e ataques encapuzados no Guará 2 –, uma minoria ideológica, liderada por representantes do PT e PSOL, tentou sabotar o avanço. Com gritos e narrativas enviesadas, esses políticos condenaram o PL como uma “invasão de privacidade” ou “vigilância autoritária”, priorizando dogmas de esquerda sobre o bem-estar concreto de crianças e educadores. Argumentou que as câmeras “doutrinam contra a liberdade”, ecoando discursos que veem em qualquer medida de segurança uma ameaça ao “progressismo”.

O PT, alinhado ao governo federal, preferiu discursos vazios sobre “diálogo” em vez de ações práticas, ignorando que a “doutrinação ideológica” que eles combatem é, na verdade, a inação que permite crimes reais.

Essa hipocrisia é o retrato do atraso que esses deputados representam. Em vez de debater soluções como o “Guardiões da Educação” – outro projeto de Roosevelt Vilela para criar disque-denúncia contra violência escolar, aprovado em comissões anteriores –, optam por ganhar no grito, votando contra pautas que salvam vidas.

É uma irresponsabilidade criminosa: preferem narrativas que romantizam a “autonomia escolar” a mecanismos como câmeras, que poderiam inibir agressões e fornecer provas irrefutáveis em casos como o de Itapoã. Quantas crianças mais precisam sofrer para que ideólogos entendam que a verdadeira violência é a omissão? Esses criadores de narrativas – que condenam “vigilância” mas silenciam sobre desvios bilionários no INSS ou os 27 aumentos tributários de Lula em três anos – escolhem o conforto doutrinário sobre a segurança de alunos vulneráveis.

No DF, onde a população rejeita o PT com 59,7% de desaprovação a Lula, essa postura só acelera o enterro da esquerda.

A aprovação do PL é uma vitória da sensatez sobre o extremismo. Com emendas que respeitam a autonomia dos diretores, a medida equilibra proteção e privacidade, inspirando-se em modelos nacionais como o Prever, que integra dados contra bullying e ataques.

A sociedade brasiliense, horrorizada com os índices de violência – sete crimes por dia em escolas –, clama por mais ações assim, não por discursos que perpetuam o caos. Aos deputados irresponsáveis: o atraso que vocês defendem não é “progresso”; é cumplicidade com o sofrimento. O DF agradece a Manzoni e Vilela por priorizarem o povo, e condena veementemente quem prefere ideologia a inocência. A pacificação começa nas escolas: que sirva de lição para 2026, onde o eleitor punirá os que gritam contra o bom senso.

 

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