A desaprovação a Lula chega a 59,7% no Distrito Federal, pavimentando vitórias da centro-direita em 2026 com Celina, Ibaneis e Michelle
O terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, iniciado em janeiro de 2023, prometia “justiça social” e foco nos mais pobres, mas na prática tem se traduzido em uma maratona de aumentos tributários que castiga cada vez mais a população brasileira. De acordo com levantamentos independentes, como os da Gazeta do Povo e da Exame, o governo adotou pelo menos 24 a 37 medidas que criaram ou elevaram impostos desde então – uma média de uma a cada 37 dias, chegando a 27 ações concretas quando se contam as implementações escalonadas e as propostas aprovadas até outubro de 2025.
Essa escalada, justificada pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad como “recomposição da base tributária”, ignora o custo de vida em alta e aprofunda a desigualdade, transformando o sonho de prosperidade em uma realidade de endividamento familiar e retração econômica.
A carga tributária bruta do Brasil, que une União, estados e municípios, saltou de 31,2% do PIB em 2022 para 32,3% em 2024, com projeções de mais pressão em 2025. No governo federal, o salto foi de 20,6% para 21,4% do PIB, refletindo não só inflação e crescimento da economia, mas decisões deliberadas de elevar a arrecadação em R$ 234,9 bilhões acima da inflação até dezembro de 2024. Exemplos abundam: o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre armas de fogo e munições dobrou de 29,25% para 55% a partir de janeiro de 2024, desestimulando não só o acesso a equipamentos de defesa, mas encarecendo um setor já regulado.
Da mesma forma, o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), criado na pandemia para salvar empregos no turismo, foi encerrado em março de 2025 ao atingir o teto de R$ 15 bilhões em benefícios fiscais, forçando o setor a pagar alíquotas cheias de PIS/Cofins e IRPJ.
Outras medidas atingem diretamente o dia a dia da população. A reoneração gradual da folha de pagamento, escalonada até 2028, eleva a contribuição previdenciária de 1% a 4,5% para até 20%, impactando salários e empregos no setor privado e municípios pequenos. Compras internacionais, as famosas “blusinhas” de até US$ 50, agora sofrem 20% de imposto de importação mais ICMS de 17%, uma barreira que encarece o e-commerce acessível e penaliza a classe média baixa.
Veículos elétricos e híbridos, promovidos como solução ambiental, viram sua isenção de importação revogada, com alíquotas subindo de 0% para 35% até 2026. E o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) foi ajustado múltiplas vezes: em maio de 2025, para seguros e câmbio; em junho, para fundos exclusivos e offshores, com alíquotas de 15% a 20% sobre rendimentos.Esses 27 aumentos – incluindo a tributação de bets (12% sobre faturamento mais IRPJ/CSLL), o retorno do PIS/Cofins sobre diesel (R$ 0,33 por litro desde 2024) e a incidência de IRPJ/CSLL sobre subvenções estaduais de ICMS – não são isolados; formam um mosaico que sufoca o empreendedorismo e o consumo. O governo Lula, em vez de cortar gastos ou avançar na reforma administrativa, opta pelo caminho fácil da arrecadação, como visto no pacote fiscal de maio de 2025, que bloqueou R$ 31,3 bilhões no Orçamento e elevou o IOF para compensar recuos.
Críticos, como as 19 frentes parlamentares que lançaram um manifesto em junho de 2025 contra a “escalada tributária”, alertam que isso viola o arcabouço fiscal e compromete a competitividade brasileira, especialmente com tarifas de 50% impostas pelos EUA em retaliação a decisões judiciais polêmicas.
Essa política tributária agressiva agrava a crise de confiança nas instituições, em um Brasil que precisa de pacificação urgente. Enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro completa dois meses em prisão domiciliar sem denúncia formal da PGR, e a CPMI do INSS expõe fraudes bilionárias com conivência política de ambos os lados, os brasileiros pagam a conta: inflação de alimentos, juros altos e um Estado inchado.
No Distrito Federal, reduto de eficiência sob Ibaneis Rocha e Celina Leão – que investem R$ 23 milhões em dietas especializadas para pacientes domiciliares –, a desaprovação a Lula chega a 59,7%, pavimentando vitórias da centro-direita em 2026. A esquerda, em crise com traições como a de Leandro Grass em favor do radical Ricardo Cappelli, ignora o clamor por alívio fiscal.
O Brasil merece mais que promessas vazias de “colocar o pobre no Orçamento e o rico no Imposto de Renda”. Com 27 aumentos em três anos, o governo Lula não equilibra contas; ele desequilibra vidas. A pacificação começa com responsabilidade: corte de privilégios, não de esperanças. Cabe ao Congresso frear essa sanha arrecadatória e ao povo cobrar transparência, antes que o fardo tributário enterre o crescimento.







