Investimentos em estrutura, tecnologia e humanização ampliaram o cuidado à população do DF e do Entorno
Brasília, 29 de janeiro de 2026 – Ao completar sete anos de atuação na saúde pública, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) consolida, no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), uma série de transformações que qualificaram a assistência, ampliaram o cuidado e impactaram diretamente a vida da população da região sul do Distrito Federal e de municípios do Entorno.
Atualmente, quem busca atendimento no HRSM encontra uma unidade mais estruturada, humanizada e preparada para atender uma das regiões que mais crescem no DF. As melhorias são resultado da gestão do IgesDF ao longo dos últimos sete anos, período marcado por investimentos em infraestrutura, tecnologia, ampliação de equipes e fortalecimento do cuidado multiprofissional.
A área de urgência e emergência recebeu reforços importantes. O hospital passou a contar com a Sala Vermelha de Trauma Adulto, equipada com quatro leitos, além de um novo box de emergência pediátrica com seis leitos, sendo dois de isolamento com sistema de ventilação que impede a disseminação de agentes contaminantes.
Na assistência materno-infantil, os investimentos ampliaram a segurança e o conforto de gestantes e recém-nascidos. O centro obstétrico ganhou um posto de coleta de exames, permitindo a realização de procedimentos laboratoriais sem necessidade de deslocamento interno, além da aquisição de novas camas obstétricas para os períodos de pré-parto, parto e pós-parto.
Outro marco foi a implantação da Unidade de Cuidados Prolongados Pediátricos, referência no Centro-Oeste, destinada ao atendimento de crianças e adolescentes com condições crônicas complexas.
Humanização e atuação multiprofissional
A criação do Espaço Terapêutico reforçou o compromisso com a humanização do cuidado. O ambiente é destinado à fisioterapia, ao suporte social às gestantes e ao acompanhamento de famílias em situações sensíveis, como a perda gestacional. Com isso, o HRSM tornou-se o único hospital do DF a oferecer fisioterapia 24 horas no pré-parto, parto e pós-parto, consolidando-se como referência em assistência obstétrica humanizada.
A ampliação da atuação multiprofissional também marcou esse período. Atualmente, o hospital conta com 166 fisioterapeutas e 22 terapeutas ocupacionais, que atuam de forma integrada em UTIs, pronto-socorros, enfermarias e no centro obstétrico. Essa presença contínua contribui para a recuperação funcional dos pacientes, redução do tempo de internação e melhoria da qualidade assistencial.
Tecnologia e modernização da estrutura
A incorporação de novas tecnologias trouxe ganhos expressivos à assistência. Equipamentos de alto fluxo passaram a ser utilizados no tratamento da insuficiência respiratória, especialmente em pacientes pediátricos, reduzindo a necessidade de ventilação invasiva e a demanda por leitos de UTI em períodos de maior sazonalidade.
A modernização do parque tecnológico incluiu a aquisição de novas máquinas de hemodiálise, equipamentos para assistência neonatal e um tomógrafo computadorizado de última geração, com capacidade para realizar até 200 exames por dia. O equipamento ampliou a oferta de exames complexos e beneficiou pacientes do HRSM, de UPAs, UBSs e de municípios do Entorno.
Outros avanços incluem a implantação do setor de imuno-hormônio no laboratório clínico, a aquisição de mamógrafo, equipamentos modernos de ultrassonografia e novos aparelhos de laparoscopia, que permitem cirurgias menos invasivas e recuperação mais rápida. Em 2025, a ampliação da capacidade elétrica da unidade garantiu maior segurança e viabilizou a instalação de equipamentos de grande porte, como a ressonância magnética.
Inclusão, escuta e reconhecimento dos usuários
A humanização do cuidado avançou de forma integrada às melhorias estruturais. O hospital passou a contar com uma sala odontológica inclusiva, adaptada para atender pessoas com deficiência, pacientes autistas e crianças com síndromes raras. Outro destaque é o Espaço Humanizar TEA, primeiro ambiente sensorial da rede pública do Centro-Oeste voltado exclusivamente para crianças com transtorno do espectro autista.
O fortalecimento do diálogo com a população refletiu-se na atuação da ouvidoria, com projetos como o Café com Gestor e a Ouvidoria in Loco, que aproximaram usuários, equipes e gestão. Como resultado, o número de elogios registrados cresceu de 455, em 2023, para 917 em 2025, colocando o HRSM entre os hospitais mais bem-avaliados da rede pública do DF.
Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, os resultados demonstram o impacto de uma gestão estruturada e focada no cidadão. “Os avanços do Hospital Regional de Santa Maria ao longo desses sete anos mostram que gestão faz diferença. Com estrutura, tecnologia, equipes qualificadas e cuidado humanizado, conseguimos oferecer uma saúde pública mais resolutiva e centrada no cidadão”, afirma.





