Iniciativas focadas em infraestrutura e auxílio financeiro garantiram maior permanência escolar e novas oportunidades internacionais
Brasília, 03 de janeiro de 2026 – O sistema público de ensino do Distrito Federal apresentou um balanço positivo ao final de 2025, consolidando transformações estruturais e pedagógicas. Sob a gestão da Secretaria de Educação (SEEDF), o ano foi marcado pela entrega de novas unidades escolares, expansão significativa de vagas em creches e o lançamento de programas voltados à internacionalização e ao suporte financeiro direto às famílias brasilienses.
Um dos principais marcos foi a redução drástica no déficit de vagas para a primeira infância. Com o investimento de R$ 80,9 milhões e a inauguração de nove Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis), a lista de espera, que anteriormente contava com 24 mil crianças, caiu para 4,5 mil. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou que o objetivo de zerar a fila está próximo, reforçando o impacto social da medida para mães trabalhadoras e o desenvolvimento infantil.
No ensino regular, o governo investiu R$ 66,1 milhões na entrega de seis novas unidades, entre reconstruções e reformas. Adicionalmente, 24 escolas receberam novos blocos de salas de aula via módulos educacionais, totalizando um aporte extra de R$ 35,8 milhões.
Para além das paredes da escola, o programa “Pontes para o Mundo” proporcionou a estudantes da rede pública uma vivência internacional inédita. Alunos selecionados passaram 17 semanas em instituições no Reino Unido, cursando módulos acadêmicos na Inglaterra, País de Gales e Escócia. A formatura da primeira turma ocorreu em novembro, simbolizando a abertura de novas fronteiras para o ensino público do DF.
No encerramento do calendário letivo, o GDF lançou o Cartão Uniforme Escolar. O projeto destina R$ 120 milhões para beneficiar 420 mil alunos. Cada estudante terá direito a R$ 282,99, disponibilizados via cartão magnético do BRB, para a aquisição do kit oficial de vestimentas em lojas credenciadas, o que deve movimentar a economia local com a produção de cerca de 3 milhões de peças de roupa.





