Comunidade participa de programação festiva com atividades culturais e esportivas
Brasília, 1 de dezembro de 2025 – As comemorações pelos 66 anos do Cruzeiro ganharam destaque no sábado (29), quando um desfile cívico percorreu a Avenida das Mangueiras, reunindo moradores e reforçando o espírito comunitário da região. A atividade, organizada pela Administração Regional, levou à avenida estudantes, instituições locais e grupos culturais.
A Banda do Exército abriu o desfile, apresentado pela própria comunidade cruzeirense. Pela primeira vez, todas as escolas públicas da região participaram do cortejo. Também marcaram presença o grupo Fut Down, a Academia Cruzeirense de Letras, a Associação Paz e Amor, o Conselho de Cultura do Cruzeiro e a Miss Distrito Federal, que homenagearam a cidade.
A identidade do Cruzeiro, marcada pela forte ligação dos moradores com a região, foi destacada por Ana Maria Mendonça, coordenadora do CED 2. “Há 30 anos escolhi o Cruzeiro como minha segunda cidade. Hoje estamos aqui para celebrar e fazer parte desse resgate”, afirmou.
Entre os jovens participantes, Júlia Montalvão, de 16 anos, conduziu a bandeira de sua escola. “O desfile reforçou nosso vínculo em um bairro cheio de ancestralidade. Amo esse lugar e desejo que continue sendo um espaço pacífico e acolhedor”, disse.
As celebrações se estenderam durante todo o mês de novembro, encerrando no fim de semana. O administrador regional, Gustavo Aires, agradeceu a participação da comunidade: “Foi emocionante ver a população homenageando nossa cidade. Muito obrigado”.
Corte do bolo marca encerramento
A tradicional cerimônia de corte do bolo ocorreu no domingo (30), encerrando oficialmente as festividades. A manhã começou com um passeio ciclístico de 12 km, apoiado pelos grupos Pedal Cruzeiro, Pedal Seguro e pela Administração Regional, reunindo ciclistas de todas as idades.
Em seguida, teve início a solenidade oficial, com presença do administrador Gustavo Aires. Durante o evento, foi projetada a poesia de TJ Fernandes, artista local, que homenageia os espaços simbólicos da região. Um de seus versos resume o sentimento coletivo: “Essa é a cidade que amo tanto, que carrego no peito”.
A programação também incluiu feira de artesanato e exposições de fotografias antigas, valorizando a memória e a história do Cruzeiro.





