Nutricionista seguirá à frente do conselho com foco na segurança alimentar e nutricional
Brasília, 2 de outubro de 2025 – O Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal (Consea-DF) reconduziu, nesta quarta-feira (1º), a nutricionista Albaneide Peixinho à presidência do colegiado para o mandato de 2025 a 2027. Representante da organização da sociedade civil Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, ela foi escolhida por maioria de votos entre os conselheiros.
Ao avaliar sua gestão anterior, Albaneide destacou o fortalecimento da atuação do Conselho em pautas como cozinhas solidárias e segurança nos restaurantes comunitários. “O conselheiro hoje entende melhor o papel de fiscalizar e monitorar as políticas públicas de segurança alimentar. A sexta conferência foi um marco nesse processo de participação e fortalecimento coletivo”, afirmou.
Vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o Consea-DF reúne 36 titulares e suplentes, sendo dois terços da sociedade civil e um terço do governo. Durante a mesma sessão, também tomaram posse 48 conselheiros de 24 organizações e movimentos sociais eleitos no último processo seletivo.
Entre os novos integrantes está Ana Lydia Gonçalves, da Associação de Produtores e Promotores das Plantas Alimentícias Não Convencionais (Aspanc). Ela ressaltou a importância de ampliar o alcance das ações. “Não se trata apenas de responder às demandas, mas de mapeá-las para avançar em pautas que garantam o direito a uma alimentação justa e adequada no Distrito Federal”, disse.
O colegiado tem como missão acompanhar e propor medidas para aprimorar a política distrital de segurança alimentar, com foco nas comunidades mais vulneráveis. Além disso, organiza as Conferências Distritais de Segurança Alimentar e Nutricional, espaços de debate que orientam a elaboração do Plano Distrital de Segurança Alimentar, com vigência quadrienal, e contribuem com as deliberações nacionais.
Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, a participação popular é essencial. “A presença das organizações e da sociedade civil é fundamental para termos uma política mais efetiva e que atenda os diferentes segmentos da população”, destacou.





