Caiado afirma que União Brasil não deve apoiar Lula em 2026 e busca apoio de Bolsonaro

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Governador de Goiás diz que o partido não deve apoiar o ex-presidente Lula, enquanto busca o apoio de Jair Bolsonaro para sua própria candidatura

Da Redação

Brasília, 18 de janeiro de 2024 – O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do União Brasil, declarou que o partido não deve apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais de 2026. Ele também está trabalhando para obter o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro à sua própria candidatura.

Caiado enfatizou que o União Brasil é um partido de visão conservadora e que tem apoiado o governo em projetos de interesse nacional. No entanto, ele acredita que o partido não deve apoiar Lula em 2026.

“Me refiro tanto ao que tenho feito no governo de Goiás quanto ao meu histórico no Congresso como parlamentar. Também estou disposto a disputar a Presidência, pois me orgulho dos índices de educação, saúde e geração de empregos alcançados. Temos uma ação completa que me credencia”, afirmou Caiado.

O governador também comentou sobre as investigações que envolvem Bolsonaro e seus aliados. Ele afirmou que não irá discutir as decisões do ministro do STF, Alexandre de Moraes, mas enfatizou que, se as operações não apresentarem resultados práticos, será difícil para Bolsonaro explicar a situação.

“Trabalharei para obter o apoio de Bolsonaro à minha candidatura. Acredito que nada está definido ainda, estamos avaliando gestões e os cenários até 2026. Não posso transferir para ele a responsabilidade da minha pré-campanha. Preciso merecer esse apoio”, disse Caiado.

No que diz respeito à segurança pública, Caiado destacou a importância de compreender as razões por trás da falta de segurança em diferentes regiões e estados. Ele também defendeu a ideia de implantar câmeras em criminosos em vez de policiais, argumentando que isso seria mais eficaz.

“Eu colocaria câmeras em criminosos, isso sim. Gostaria de monitorar os indivíduos que saem de prisões usando tornozeleiras. O Estado gasta muito dinheiro para controlar o crime, e não vejo motivo para monitorar os policiais. Para mim, as câmeras não protegem os policiais de nada. Essa é uma ideia de alguém que não está realmente comprometido com a segurança pública no Brasil”, afirmou Caiado.

Por fim, Caiado criticou a atuação do governo federal em relação ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), afirmando que o governo é omisso em relação a esse movimento e que não é aceitável que um membro do MST possa decidir qual fazenda invadir.

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