Aprovação de 63% de Ibaneis é um termômetro de um governo que, em sete anos, transformou promessas em concreto, asfalto, segurança e dignidade para a população
Em um Brasil onde a aprovação média de governadores mal ultrapassa 40%, Ibaneis Rocha (MDB) entrega 63% no Distrito Federal — e não é por acaso. Esses números, registrados na pesquisa Big Data divulgada nesta terça-feira (4), são o termômetro de um governo que, em sete anos, transformou promessas em concreto, asfalto, segurança e dignidade. Não é marketing. É obra. É gestão. É resultado.
Ibaneis não governa para Brasília de cartão-postal. Ele governa para Samambaia, Recanto das Emas, Sol Nascente, Itapoã. Mais de 3.000 obras entregues desde 2019: pontes, viadutos, túneis, asfaltamento de 100% das vias rurais, urbanização de 12 setores irregulares.
Foram R$ 8,7 bilhões investidos em infraestrutura — o maior volume da história do DF.
Cada região administrativa recebeu pelo menos uma grande obra estruturante: hospital, escola, creche, viaduto ou metrô de superfície.
O eleitor sente isso no dia a dia: menos buraco, menos poeira, menos tempo perdido no trânsito. E isso pesa mais que discurso.
Ibaneis não fala de segurança — ele faz. Aumento de 42% no efetivo da PMDF e PCDF (3.200 novos policiais). O reajuste salarial de 37% para as forças de segurança foi o maior do Brasil. Fez a aquisição de 1.200 viaturas, 300 drones, 50 mil câmeras de OCR e armamento de ponta. E para feçhar com chave de ouro a queda de 28% nos homicídios e 35% nos roubos a pedestres desde 2019.
Resultado? O DF saiu do ranking das capitais mais violentas e hoje é referência nacional em segurança pública. A população dorme mais tranquila — e aprova.
Na educação e saúde foram investimentos que salvam vidas e futuros. Ibaneis entregou 100 creches — zerando a fila de espera para crianças de 0 a 3 anos. Além de 30 escolas reformadas ou construídas, com laboratórios de robótica e internet de alta velocidade.
6 hospitais entregues ou ampliados (Hospital de São Sebastião, UPA de Brazlândia, Oncologia do HBDF). E uma redução de 78% nas filas de cirurgias eletivas — de 42 mil para 9 mil pacientes.
Ibaneis não prometeu o impossível — entregou o essencial. E o essencial, no DF, é educação que forma e saúde que cura.
Ibaneis escolheu combater a pobreza com dignidade, não com assistencialismo. Só no Cartão Prato Cheio são mais R$ 1,2 bilhão investidos, beneficiando 120 mil famílias. No DF Social, outros R$ 800 milhões em transferência de renda para 70 mil famílias em vulnerabilidade.
Temos ainda o programa Vai de Graça: transporte público gratuito para estudantes e desempregados — 1,8 milhão de passes emitidos.
E ainda o reajuste de 28% para servidores, uma valorização do funcionalismo sem populismo.
Ibaneis não criou dependência — criou oportunidades. E o povo reconhece.
A gestão sem escândalos é o maior ativo de Ibaneis. Em sete anos, nenhum escândalo de corrupção no alto escalão. Transparência total nos portais do GDF. As licitações com pregão eletrônico registraram uma redução de 40% nos custos. e o equilíbrio fiscal trouxe superávit de R$ 3,2 bilhões em 2024, mesmo com aumento de investimentos.
O DF não vive de CPI — vive de entrega. 63% Não é Sorte. É Gestão.
Ibaneis Rocha deixa o governo com 63% de aprovação porque governa para quem vive no DF, não para quem passa por ele.
Celina Leão, sua vice, herda não apenas o cargo — herda um legado de obras, segurança, saúde, educação e dignidade.
E o eleitor do DF, que já sofreu com Arruda, Agnelo e Rollemberg, sabe diferenciar gestão de marketing. 63% não é número. É reconhecimento.





