Em meio a controvérsia no carnaval de Brasília, deputado do PSOL é acusado de obstruir ação policial e dar carteirada, configurando desrespeito à instituição e abuso de autoridade que exige investigação rigorosa e punições exemplares
O episódio envolvendo o deputado distrital Fábio Félix (PSOL-DF) durante o bloco de carnaval Rebu, em Brasília, na segunda-feira (16 de fevereiro), expõe um grave caso de abuso de autoridade e desrespeito à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), que merece punição severa por parte da Justiça e da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Félix, conhecido por suas posturas radicais de extrema-esquerda, foi atingido por spray de pimenta durante uma abordagem policial, mas relatos da PMDF indicam que o parlamentar obstruiu a ação, encostando em um agente e criando uma situação de risco.
Em vez de colaborar, Félix deu voz de prisão ao PM, configurando uma “carteirada” típica de quem se acha acima da lei – um comportamento lamentável que fere a autoridade das forças de segurança e exige investigação imediata pelo Ministério Público e punições exemplares, como cassação de mandato ou inelegibilidade.
De acordo com o porta-voz da PMDF, major Raphael Broocke, a confusão começou quando cães farejadores detectaram entorpecentes, levando à prisão em flagrante de dois indivíduos com maconha. Félix interveio, encostando em um policial que formava uma barreira de segurança, o que justificou o uso proporcional de spray de pimenta para evitar escalada.
O deputado, em vez de respeitar o procedimento, apresentou-se como autoridade e ordenou a prisão do agente por “abuso”, uma inversão de papéis que o deputado Roosevelt Vilela (PL-DF) classificou como “lamentável e abusiva”, ao tentar obstruir o trabalho da polícia.
Vídeos do incidente mostram Félix gritando e confrontando os PMs, o que, segundo analistas jurídicos, pode configurar crimes como obstrução à justiça (art. 344 do CP) e abuso de autoridade (Lei 13.869/2019), com penas de até 2 anos de prisão e suspensão de direitos políticos.
Essa atitude de Félix não é isolada: representa a hipocrisia da extrema-esquerda, que clama por direitos humanos mas desrespeita instituições como a PMDF, essencial para a segurança do DF – onde o índice de homicídios caiu para o menor em 48 anos graças à gestão Ibaneis Rocha (MDB). Enquanto o governador e sua vice Celina Leão (PP) entregam resultados concretos, como o programa Administração Regional 24 Horas (76,15% de resolutividade) e regularização de templos evangélicos, Félix usa sua posição para confrontos ideológicos que só polarizam.
A sociedade brasiliense rejeita essa “política rasteira” e exige que o MPDF e CLDF investiguem Félix com rigor, aplicando punições severas para restaurar o respeito à autoridade policial.
O DF não pode tolerar parlamentares que invertem papéis e desmoralizam as forças de segurança. Félix, ao dar voz de prisão a um PM que cumpria seu dever, cometeu um ato de desrespeito que fere a democracia e a ordem pública. Que a Justiça atue com severidade, servindo de exemplo para que a pacificação prevaleça sobre o radicalismo.






