O Distrito Federal Open de Jiu-Jitsu recebeu 1.460 atletas, sendo que 800 são atletas de projetos sociais

O campeonato segue até domingo (22) com 1.460 atletas inscritos. Dentre os participantes, 800 são crianças de 43 projetos sociais. É o caso da estudante Ana Clara Cardoso (13), campeã brasileira de jiu-jitsu na categoria infanto-juvenil 2. Moradora de São Sebastião, ela é integrante do projeto social Campeões. E acredita que o jiu-jitsu mudou sua vida.
“Eu podia estar envolvida com drogas como muitas meninas da minha cidade”, ressaltou a lutadora. “As artes marciais, além de me darem disciplina, permitiram que eu realizasse o sonho de ser uma campeã”.
A secretária de Esportes, Giselle Ferreira, destaca que, pela primeira vez, a pasta tem uma diretoria voltada só para as artes marciais. “Não só apoiamos campeonato como o Distrito Federal Open, mas também realizamos entrega de quimonos para projetos sociais”, contou. “O esporte é muito mais do que lazer. Ele forma cidadãos”.
Para o professor de jiu-jitsu Adalberto Antônio Ventura, o incentivo do governo também vem em forma de ajuda para pagar a inscrição nos campeonatos. “Já vi muito atleta treinar muito e não ter dinheiro para pagar a entrada em uma competição”, lamentou. “O GDF tem ajudado muito nesse sentido”.






